Regional

Itapuí: polícia prende suspeito de abusar de menina de 10 anos

Murillo Ferrari
| Tempo de leitura: 2 min

Quioshi Goto/Arquivo

De acordo com o delegado titular de Itapuí, Tiago José Húngaro, polícia investigava o caso desde o começo do mês

O caso de uma menina de 10 anos de idade, que teria sido abusada sexualmente por um parente próximo, na cidade de Itapuí (44 quilômetros de Bauru), ganhou novos contornos após a Polícia Civil prender nesta quarta-feira o principal suspeito do crime, cujo nome não foi divulgado pela polícia.

De acordo com delegado titular de Itapuí, Tiago José Húngaro, as investigações começaram depois que a menor relatou para uma vizinha os abusos.

Esta vizinha teria alertado a mãe da garota, que entrou em contato com a polícia no começo deste mês.

“Apesar da garota ter alegado que o acusado passou a mão nas suas partes íntimas, mas não teria acontecido a conjunção carnal, nós pedimos um laudo do IML para não haver dúvida”, explica o delegado. "Nós podemos confirmar que o indiciado tem uma relação de parentesco com a vítima. Além disso, a menor narrou para o polícia que este homem levaria ela para construções, onde teria amarrado suas mãos e acariciado suas partes íntimas", completa.

Ainda de acordo com José Hungaro, o suspeito – um homem de 51 anos - foi localizado numa residência no Balneário Mar Azul 2. Ele teve a prisão temporária de 30 dias decretada para não haver prejuízo das investigações.

A identidade dos envolvidos foi preservada pela reportagem do JCNet para evitar a exposição pública e o constrangimento dos envolvidos antes da conclusão do inquérito policial.

 

Segundo caso em 2011

O caso revelado hoje pela polícia é muito parecido com a triste história revelada pelo Jornal da Cidade em maio deste ano.

Na ocasião, uma garota de 9 anos sofreu abusos do padrasto e do avô, com o consentimento da mãe. Este crime também foi registrado em Itapuí. A mãe da criança, que também foi presa, justificou que foi conivente com o crime porque era totalmente apaixonada pelo marido e, por isso, não o delatou à polícia. 

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