Em razão das recentes discussões em Bauru acerca da ausência de áreas para a ocupação industrial em relação à lei estadual de protação ao cerrado, aprovada em 2009, grupos da sociedade civil se mobilizaram e reuniram 1.725 assinaturas de cidadãos contrários a qualquer tipo de flexibilização da lei em prol do desenvolvimento econômico.
Na manhã de ontem, o documento foi entregue na Câmara Municipal, onde o debate ganhou grande repercussão, culminando em audiência pública realizada no início desse mês. Participaram da mobilização as ONGs Bauru Transparente (Batra), SOS Cerrado, o grupo Acorda Bauru e o Instituto Vidágua.