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? Alimentação infantil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mudou as regras para produção e comercialização de alimentos infantis, em pó ou na forma líquida, feitos à base de leite de vaca e outros animais ou com soja. As normas tratam da alimentação para crianças de até 3 anos. De acordo com Antonia Aquino, gerente de produtos especiais da Anvisa, haverá pequenas alterações na composição nutricional dos produtos. Determinadas vitaminas, por exemplo, terão limites máximo e mínimo. A comparação entre as portarias publicadas recentemente no "Diário Oficial" da União com a norma vigente desde 1998 indica variações sutis na proporção de gordura, proteína e vitamina A nas fórmulas. Aquino afirma que a ideia era aproveitar a atualização recente de diretrizes internacionais da nutrição infantil.

? Regras mais detalhadas

Seguindo essa linha, a Anvisa criou regras detalhadas para as fórmulas feitas para crianças com necessidades nutricionais específicas. "O fabricante não vai poder fazer referência a doenças como a intolerância à lactose. Vai ter de dizer qual é a característica específica do produto: sem lactose, sem açúcar, sem frutose." Recomendações já existentes, como não utilizar mel em fórmulas para bebês de até seis meses, passam a integrar as portarias. As empresas que já produzem essas fórmulas terão 18 meses para se adequar. Novos produtos já devem atender ao que determinam as portarias.

? Açúcar ou adoçante?

Decisão cotidiana para as pessoas em dieta ou com restrições alimentares, a escolha pelo melhor tipo de açúcar a ser consumido pode ser ainda mais complexa quando avaliamos sua composição e indicações de uso. A opção deve ser bem avaliada para garantir a boa forma, mas, acima de tudo, não comprometer a saúde. Para Nairana Borim, nutricionista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, primeiro é importante entender que os adoçantes dietéticos são produzidos a partir de edulcorantes, substâncias naturais ou artificiais responsáveis pelo sabor doce, e possuem poder adoçante, geralmente, muito maior que o açúcar produzido a partir da cana-de-açúcar.

? Sem exageros

A indicação de adoçantes é recomendada apenas para quem segue dietas especiais, como as de restrição alimentar para portadores de diabetes, ou para quem busca o emagrecimento. Para as pessoas que não têm estas preocupações, a nutricionista lembra que a ingestão do açúcar convencional é permitida, sendo necessário, contudo, evitar exageros. Os tipos de açúcares mais utilizados hoje são o refinado, o light, o cristal, o orgânico e o mascavo. Os melhores para utilização são o orgânico e o mascavo, pois não passam por processo de refinamento, mantendo assim mais vitaminas e sais minerais.

? Tipos diferentes

O orgânico ainda tem uma vantagem sobre o mascavo por ser produzido sem aditivos químicos. Para quem precisa perder ou controlar o peso e não se adapta ao uso de adoçantes, existe a opção do açúcar light, uma mistura de açúcar refinado com adoçantes. Contudo, este deve ser evitado por diabéticos, pois possuem sacarose em sua composição. Os adoçantes mais indicados atualmente são os à base de esteviosídeo e de sucralose, pois são extraídos de vegetais e frutas, portanto, naturais e sem contraindicações.

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