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Corinthians vence Cruzeiro por 1 a 0 e mantém a liderança


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Com um gol do volante Paulinho na segunda etapa, o Corinthians bateu, ontem à tarde, o Cruzeiro por 1 a 0, no estádio Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG), e mantém a liderança do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, a equipe de Parque São Jorge mantém a liderança da competição com 54 pontos, mesma pontuação do Vasco, que bateu o Atlético-MG, mas levando vantagem no número de vitórias. O Botafogo, que venceu o Atlético-PR por 2 a 0, está com 52 pontos e um jogo a menos. O Cruzeiro continua sem vencer no returno da competição. Na próxima rodada, o Corinthians vai enfrentar o Inter, no Beira-Rio. O Cruzeiro recebe o Atlético-PR.

A partida na primeira etapa foi marcada pelas chances perdidas. Apesar da cadência imposta por Cruzeiro e Corinthians, ambos os times criaram oportunidades para marcar. Aos 20 minutos, o Motillo cruzou na área, mas o atacante Keirrison, livre, finalizou mal. Aos 33, o Corinthians respondeu com uma cabeçada de Paulo André. O goleiro Fábio fez bela defesa e impediu o tento paulista. A equipe de Parque São Jorge ainda tomou dois sustos, quando Keirrison e Montillo apareceram livres na cara do goleiro Júlio César, em duas oportunidades. Em ambos os lances, no entanto, o impedimento já havia sido assinalado.

O ritmo no segundo tempo continuou cadenciado. Porém, as chances de gol rarearam. O zagueiro Léo, do time de Belo Horizonte, assustou o goleiro Júlio César com uma cabeçada que passou próxima à trave corintiana. Aos 20 minutos, a zaga do Cruzeiro deu bobeira e deixou o meia Alex livre. O jogador invadiu a área e tocou no meio para Paulinho. O volante bateu de direita e fez o gol da partida.

Treze minutos depois, Elber, que entrou no lugar do volante Charles, dividiu uma bola na área com Edenílson, substituto de Willian. O cruzeirense caiu e o árbitro Pablo dos Santos Alves marcou pênalti. Montillo bateu por cima e desperdiçou a chance do empate. O técnico Tite, do Corinthians, por reclamação, foi expulso. O atacante Wellington Paulista ainda cabeceou uma bola à queima-roupa e Júlio César fez uma bela defesa para impedir a igualdade.

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