BICAMPEÃO
O bauruense Leonardo Menino foi campeão da 16ª edição do "Campeonato Nacional dos Magistrados Brasileiros", disputado em São Paulo (Capital) e organizado pela AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros). O campeonato aconteceu entre os dias 12 a 16 de outubro nas quadras da "Academia Vertical" (SP) e contou com a participação de 60 juízes de todo o Brasil. Na partida final, Leonardo venceu Ricardo Motomura (juiz do trabalho em São Paulo, Capital), pelo placar de 6/2 e 6/4. Ao lado de Leandro Cano (juiz em Guarulhos), Leonardo foi campeão também em duplas. O bauruense agora é bicampeão nacional de tênis entre magistrados; em torneio realizado no Rio de Janeiro no ano passado, também foi campeão. Leonardo Menino é juiz de Direito em Jaú.
APRIMORANDO
Com a finalidade de aprimorar seus conhecimentos no assunto, o professor de tênis Helder Gouvêa (Alessandra Porto Turismo), no último final de semana, participou do "I Congresso Paradesportivo Internacional" e "II Congresso Paraolímpico Brasileiro", na cidade de Uberlândia (MG). Os congressos tiveram a participação de cerca de 1000 pessoas. Aproveitando a oportunidade, Helder manteve contato com técnicos de tênis em cadeiras de rodas, dentre eles, o técnico da seleção brasileira e coordenador da modalidade na CBT (Confederação Brasileira de Tênis), Wanderson Cavalcante. Helder ministra aulas de tênis no Clube Luso de Bauru e também para cadeirantes, na quadra paradesportiva de Bauru, localizada na avenida Dr. Nuno de Assis, quadra cinco.
MAIOR ESPERANÇA
No último sábado, a maior esperança do tênis brasileiro feminino do momento, Beatriz Haddad Maia, de apenas 15 anos, conquistou seu primeiro título em torneio profissional. Na final do "Future", disputado em Goiânia (GO), com premiação de US$ 10 mil, Beatriz, até então número 942 do ranking mundial, venceu a portuguesa Barbara Luz (594 do mundo) por fáceis 6/2 e 6/0. Esta foi a segunda final de Beatriz em torneios profissionais. Diferentemente do tênis masculino, no feminino, normalmente as jogadoras que hoje são "top" desde muito jovem (14, 15, 16 anos) já ganhavam torneios como a brasileira Beatriz vem fazendo, de modo que, quem sabe, no futuro, possamos ter uma brasileira entre as melhores do mundo. Nossa última (e única) tenista de "ponta" foi Maria Esther Bueno, campeã por três vezes em "Wimbledon" e quatro no "US Open", na década de 60.
EM RIO PRETO
O tenista de Campinas, Ricardo Mello, foi o campeão do forte torneio "Challenger", que contou com a participação de cinco jogadores entre os 100 primeiros do mundo, disputado no "Clube Harmonia" de São José do Rio Preto, encerrado no último domingo. Na final, o brasileiro venceu o argentino Eduardo Schwank, 164 do mundo, por 6/4 e 6/2. Com o resultado, Mello passou a ser o segundo maior vencedor da história de torneios da serie "Challenger", com 15 títulos, atrás apenas do japonês Takao Suzuki, que soma 16 títulos.
BELLUCCI
Em torneio que está sendo disputado na Basileia (Suíça), o brasileiro Thomaz Bellucci, 37º do mundo, enfrenta hoje o finlandês Jarkko Niemminen, número 62 do mundo. Em caso de vitória, deverá enfrentar, na segunda rodada, o suíço Roger Federer, que joga em sua cidade natal. Federer enfrenta na primeira rodada o italiano Potito Starace, 55º do mundo.
JOGADOR PERFEITO
Em recente entrevista, o espanhol Toni Nadal, tio e técnico do tenista Rafael Nadal, disse, entre outras coisas, que o jogo de Rafael não é tão lindo como o de Roger Federer, mas que não se baseia apenas no físico como muitos acreditam. Ao ser perguntado sobre o que seria necessário para que um jogador fosse considerado perfeito, Toni respondeu: "Teria que ter a coordenação e facilidade em golpear a bola de Federer, a tática e sacrifício de Novak Djokovic e a força mental de Rafael".
DICA
No voleio, o erro mais comum é o jogador abrir demais o braço, levando a raquete para trás, para bater na bola, assim como normalmente faz no fundo da quadra. Quase nunca há tempo para isso. Para o voleio, o movimento de braço deve ser curto, como se o jogador estivesse com uma parede logo atrás de seu corpo e para não bater a raquete na parede devesse fazer uma abertura de braço muito curta. Então, para um bom voleio, tente usar a velocidade da bola que vem do adversário. Assim que perceber em qual direção a bola vem, faça a preparação de braço curta e no exato momento do encontro entre a bola e a raquete, pise para frente, com o pé direto se for um voleio de esquerda ou "backhand", ou pé esquerdo se for um voleio de direita ou "forehand" (no caso de ser canhoto, os pés são inversos). Na verdade, você precisa sincronizar o seu passo com o contato com a bola. É claro que isso não será possível em todos os voleios, pois em algumas situações você não terá tempo para isso; nesse caso, apenas com uma preparação curta, bloqueie a bola, sem mover os pés.
CURIOSIDADE
Em entrevista coletiva, durante um torneio para tenistas já "aposentados", realizado em Chengdu, na China, na última semana, o russo Marat Safin, hoje com 31 anos, disse ter recebido um prêmio por ser o recordista em quebrar raquetes, com a marca de 1055 raquetes quebradas na carreira. Segundo Safin, esse número foi fornecido por um estatístico. No Brasil, tivemos um tenista que não chegou nem perto do número do russo, mas que mesmo sendo um dos tenistas mais talentosos do mundo (na época), algumas vezes, após erros em pontos importantes, perdia a "paciência" e extravasava em sua raquete, assim como o Safin. O tenista em questão é o bauruense atualmente radicado em São Paulo, Júlio Góes (Méca). Apenas no ano de 1983, Méca quebrou 36 raquetes. Esse número não foi fornecido por nenhum estatístico e sim por alguém que sabia o número exato, um certo executivo da fábrica austríaca de raquetes "Kneissel", um dos patrocinadores do jogador que na época estava entre os 60 melhores do mundo.