O destino do médico acusado de homicídio culposo na morte de Michael Jackson em 2009 foi deixado nas mãos de um júri de Los Angeles nesta sexta-feira (4).
O júri de sete homens e cinco mulheres começou as deliberações depois de seis semanas ouvindo depoimentos e relatos sobre provas no julgamento do médico Conrad Murray.
Murray, de 58 anos, contratado para cuidar de Jackson enquanto ele se preparava para uma série de concertos em 2009, se declarou inocente de homicídio culposo ou de negligência grave no tratamento ao cantor. Ele não depôs no julgamento e pode pegar até quatro anos de prisão se for condenado.