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Tênis

Consultoria: Celso Sacomandi
| Tempo de leitura: 5 min

BELLUCCI

O gaúcho Larri Passos não é mais técnico do brasileiro Thomaz Bellucci. Depois de mais uma derrota na primeira rodada (a sétima consecutiva), agora no "Masters 1000" de Paris, disputado na última semana, Bellucci e Larry conversaram e decidiram encerar os trabalhos. O melhor resultado de Bellucci ao lado de Larry aconteceu no "Masters 1000" de Madri, quando chegou até a semifinal e teve o jogo "ganho" frente ao sérvio Novak Djokovic. Depois de ganhar o primeiro set, o brasileiro esteve muito próximo de ganhar também o segundo, não fosse uma escolha errada por uma "deixadinha" mal executada contra o sérvio. Caso tivesse vencido aquela partida, seus resultados hoje, pela confiança que adquiriria, certamente seriam outros.


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ATP FINALS-1

Os resultados do "Masters 1000"de Paris definiram os oito classificados para o "ATP Finals" de simples, que será disputado, a partir do próximo dia 20, em Londres. São eles: 1- Novak Djokovic (SER), 2- Rafael Nadal (ESP), 3- Andy Murray ( (GB), 4- Roger Federer (SUI), 5- David Ferrer (ESP), 6- Jo Wilfried-Tsonga (FRA), 7- Tomas Berdych (CZ) e 8- Mardy Fish (EUA). No "ATP Finals", os jogadores são divididos em dois grupos de quatro, classificando dois de cada grupo que jogarão as semifinais (primeiro de um grupo contra o segundo do outro) e os vencedores farão a final, programada para o dia 27. Na edição de 2010, o suíço Federer sagrou-se campeão e Nadal ficou com o vice-campeonato.

ATP FINALS-2

A dupla brasileira formada por Bruno Soares e Marcelo Melo esteve perto de se classificar para o ATP Finals de duplas, mas ficou fora, na 10ª posição, onde apenas as oito primeiras duplas participam. As duplas classificadas são: Bob e Mike Bryan, Michael Llodra/Nenad Zimonjic, Max Mirnyi/Daniel Nestor, Mahesh Bhupathi/Leander Paes, Rohan Bopanna/Aisam Qureshi, Robert Lindstedt/Hora Tecau, Jurgen Melzer/Philipp Petzschner e Mariusz Fystenberg e Marcin Matkowski.

OPINIÃO

Mesmo antes de ser batido pelo suíço Roger Federer na final do "Masters 1000" de Paris, o francês Jo-Wildfried Tsonga, disse que o atual número 1 do mundo, o sérvio Novak Djokovic, não tem a mesma aura de Federer ou mesmo Rafael Nadal. Para Tsonga, mesmo depois dos ótimos resultados em 2011, Djokovic ainda está longe e não pode ser comparado à Federer e Nadal.

RIO CHAMPIONS E GUGA

Contando com seis tenistas, que já não disputam mais o circuito profissional, mas que fizerem história, entre os dias 17 a 19 de novembro, acontece na cidade do Rio de Janeiro, no Maracanãzinho, o "Rio Champions". Os tenistas que participarão são: Gaston Gaudio (ARG), Marcos Daniel (BRA), Carlos Moya (ESP), Goran Ivanisevic (CRO), Fernando Meligeni (BRA), e Nicolas Lapenti (EQU). Após a partida final, programada para as 19h do sábado, dia 19, haverá um partida exibição em comemoração à partida final de Roland Garros de 2001, envolvendo o brasileiro Gustavo Kuerten (Guga) e o espanhol Alex Corretja. Na época, Guga venceu Corretja por 3 sets a 1 e conquistou o "Grand Slam" francês pela terceira vez.

GAUDIO

Depois de se aposentar do circuito profissional de tênis, o argentino Gaston Gaudio, campeão de Roland Garros de 2004, demonstrou vontade em ser dirigente de futebol, mais precisamente do seu time do coração, o "Independiente". Chegou a conhecer Julio Grondona, presidente da Associação de Futebol Argentino, mas depois de algumas reuniões percebeu que no futebol as coisas funcionam de maneira que ele, Gaudio, não quer se envolver. "Há pessoas perigosas", disse o argentino.


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DICA
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Sempre digo que uma das coisas mais difíceis no tênis é conseguir fazer a preparação do movimento antes da chegada da bola. Quando isso é conseguido, pode-se fazer o contato "bola-raquete" no momento desejado, e não da maneira que for possível. Isso diminui muito os erros. Mas algumas vezes vejo jogadores preocupados em fazer a preparação antecipada para o golpe e quando o fazem acabam batendo na bola antes da hora (adiantado), o que também leva ao erro ou faz com que a bola vá sempre muito cruzada, muitas vezes para fora, pois ficam no mesmo lugar e acabam batendo na bola com a face da raquete na diagonal e quase já terminando o movimento. Então, se fizer uma preparação antecipada, vá de encontro à bola, mantendo o posicionamento, ou seja, com o ombro do braço que não está empunhando a raquete apontado para frente. Assim poderá fazer o contato com a bola com a face da raquete paralela com a rede, o que lhe permitirá fazer uma bola na paralela ou na cruzada, dependendo da terminação do movimento e, claro, de sua intenção.

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CURIOSIDADE /b>


Depois de vencer o francês Jo-Wilfried Tsonga na final do "Masters 1000" de Paris, no último domingo, o suíço Roger Federer chegou a 802 vitórias na carreira e 69 títulos. Em ranking de número de vitórias na carreira, Federer está em sétimo lugar. O tenista que mais venceu foi o americano Jimmy Connors, com 1.242 vitórias e 109 títulos; em 2º está o tcheco, naturalizado norte-americano, Ivan Lendl, com 1.071 vitórias; 3º Guillermo Villas (ARG), 923; 4º John McEnroe (EUA), 875; 5º Andre Agassi (EUA), 870; 6º Stefan Edberg (SUE) 806. A diferença de vitórias de Federer, o 7º, para Connors, o 1º, é que o norte-americano tem 402 vitórias a mais que Federer. Mas o americano chegou a esta marca depois de 24 anos de carreira, contra 13 de Federer, que continua ainda em atividade. Mas, mesmo com menor tempo de carreira que Connors, Federer já é o maior vencedor de "Grand Slam" da história com 16 conquistas. O americano Connors encerrou a carreira com 8 títulos de "Grand Slam". Só em prêmios, Federer já ganhou até agora US$ 64,5 milhões, enquanto Connors acumulou pouco mais de US$ 8,6 milhões e sua carreira situou-se entre 1972 a 1996.

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