Washington - O presidente dos EUA, Barack Obama, comemorou ontem como um “passo à frente” a assinatura de um pelo ditador Ali Abdullah Saleh, há 33 anos no poder, que aceitou deixar o cargo após uma proposta das monarquias do golfo Pérsico.
Para Washington, o acordo é um “importante passo à frente para o povo iemenita em sua busca por um país unido, democrático e próspero”, disse o porta-voz do Departamento de Estado americano, Mark Toner.
“Isto abre um caminho para o progresso do povo iemenita”, afirmou Toner, acrescentando que a comunidade internacional “deve manter-se ao lado” deles e “apoiar sua transição rumo a um governo democrático”.
Os EUA comentaram ainda o período até que se realizem eleições, e Obama salientou que esta é a hora de uma “transição histórica” no país.
“Exortamos a todas as partes dentro do Iêmen a abster-se da violência e avançar diligentemente até a implementação dos termos do acordo, de boa fé e com transparência, incluindo as eleições presidenciais críveis dentro de 90 dias”, acrescentou Toner.
Peru perdoado
Washington - É um momento insólito, mas já faz parte da tradição presidencial dos EUA: o perdão do peru do dia de Acção de Graças. Este ano, o beneficiário da anistia de Barack Obama foi Courage, um animal de 20 quilos que escapou ao fogão. Simulando uma bênção sobre a ave, o presidente dos EUA perdoou Courage, entre risos dos presentes, a quem pediu um aplauso para o peru, que ainda teve direito a uma festa de cada uma das filhas de Obama.