Regional

Iniciada venda de lotes em cemitério

Da Redação
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Piratininga - A falta de terrenos à venda em cemitérios municipais é um problema em várias cidades da região, que enfrentam dificuldades para encontrar áreas disponíveis e conseguir licenças ambientais para sepultamento. Em Piratininga (13 quilômetros de Bauru), a situação não era diferente, mas, pouco mais de um ano após anunciar a aquisição de terreno para a ampliação do cemitério, a Prefeitura conseguiu as licenças ambientais, fez projeto de infraestrutura e já deu início à venda dos novos lotes.

A primeira compradora, Gerciley Maria Barros Azevedo, assinou contrato para a aquisição de lote na nova área esta semana. De acordo com o fiscal de obras e serviços municipais, Antônio Alvares Rodrigues, responsável pelo projeto, o terreno destinado a esses lotes fica localizada nos fundos do atual cemitério e tem 8.665 metros quadrados, espaço suficiente para abrigar 1.204 novos terrenos para túmulos. “Nesta primeira etapa, a Prefeitura está colocando à venda 410 lotes, o que deve ser suficiente para suprir a demanda que a cidade apresenta”, declara.

Rodrigues explica que, conforme o município apresente novas demandas, novos lotes serão vendidos. “Agora que já temos o local com todas as licenças e autorizações de funcionamento, não há mais dificuldade de as pessoas conseguirem lotes”, diz. Quem quiser adquirir um lote pode procurar a Prefeitura munido de CPF e RG. O custo de cada terreno será de R$ 1.000,00, valor que pode ser parcelado em duas vezes, sendo uma entrada e mais uma parcela.

 

Problema antigo

Em Piratininga, o problema da falta de lotes existia há, pelo menos, seis anos, de acordo com o prefeito Odail Falqueiro (PTB). “Quando assumimos, em 2009, nós nos deparamos com essa situação, que, ao meu ver, não tinha cabimento de existir sendo que o município é pequeno e tem baixa taxa de mortalidade”, conta.

De acordo com o prefeito, o município passou a estudar se comprava uma área em outro ponto da cidade ou adquiria a área aos fundos do atual cemitério. “Sabíamos que a ampliação com essa área dos fundos seria a melhor solução, mas o local tinha muitos donos. Mesmo assim, resolvemos arriscar e, já em 2009, fizemos contato com os donos”, relata.

A compra do terreno foi concretizada em julho de 2010 e, desde então, o Executivo estava finalizando o projeto e aguardando a liberação das licenças ambientais para poder dar início à venda dos lotes.

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