O caso da cracolândia poderia ter um final feliz se a iniciativa privada e pública se unissem no sentido de ajudar as pessoas oferecendo tratamento, visto que não há vagas para todos em clínicas públicas. Por que não chamar estudantes de psicologia, medicina e outros cursos para ajudar nessa empreitada?
Muitas vezes, o médico não precisa receitar remédio aos doentes e sim abraços e atenção. Como sabemos, a saúde não precisa de dinheiro e sim a doença. Os viciados são doentes e de nada adianta ficar no discurso do porque eles estão no vício. É preciso conversar com essas pessoas e lhes dar oportunidades de sair desse inferno que são as drogas. Será que isso dá votos?
Izabel Avallone