Após duas quedas sucessivas no final da semana passada, a Bovespa terminou o pregão de ontem em alta de 1,37%, aos 59.956 pontos. O giro financeiro alcançou R$ 8,8 bilhões, com 447.855 negócios efetuados. As maiores altas foram registradas nas ações da OGX Petróleo, com 5,79% de valorização; Localiza, com alta de 4,92%; e Klabin, que subiram 3,77%. As desvalorizações mais significativas ocorreram nos papéis da Souza Cruz (1,52%) e Natura (1,03%). Sem a influência das bolsas de Nova York, que não funcionaram devido ao feriado Martin Luther King. Investidores retomam as operações com ações, commodities, títulos e moedas hoje.
Em 11 sessões desde o início do ano, a Bovespa registrou alta em oito delas, e acumula ganhos de 5,64% no mês.
O índice operou volátil pela manhã, mas se firmou após um leilão de títulos da dívida na França, que teve sólida demanda e queda nos rendimentos, mesmo após a Standard & Poor?s ter rebaixado o rating do país na sexta-feira.
O dólar comercial teve leve queda e terminou o dia cotado a R$ 1,785 para venda. A moeda americana deve terminar o ano cotado a R$ 1,78. É o que revela o relatório Focus, do Banco Central (BC), que colhe as estimativas do mercado financeiro para o desempenho dos principais indicadores econômicos do País. Há uma semana, o prognóstico dos analistas financeiros consultados pelo BC era de que o câmbio encerrasse 2012 em R$ 1,77. Há um mês, a cotação estava em R$ 1,75 e é exatamente neste nível que os analistas de mercado acreditam que a moeda encerrará o próximo ano. Esta expectativa está há seis semanas em vigor.
Já a taxa média de câmbio foi mantida pelo mercado financeiro para este e para o próximo ano. Para 2012, a variável mediana está em R$ 1,79 e, para 2013, em R$ 1,75. Há um mês, os analistas previam que o dólar médio ficasse em R$ 1,78 e R$ 1,73, respectivamente.
O déficit em conta corrente deverá ficar maior este ano do que o previsto há uma semana pelo mercado. A mediana das projeções para o indicador em 2012 passou de um saldo negativo de US$ 66,40 bilhões para US$ 66,45 bilhões. Mesmo assim, segue mais baixo que o previsto há um mês (déficit de US$ 68 bilhões). Para 2013, a expectativa de um déficit de US$ 70 bilhões prossegue há 21 semanas.
RENDA FIXA
Renda bruta: 10,40%
Ganho líquido/mês: 0,9%
Pela taxa média de 10,40% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 20 dias úteis foi fechada com rendimento bruto de 0,22% e líquido de 0,9%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 10,12% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,22% e líquida de 0,9%.
BOLSA DE SP
Bovespa: alta de 1,37%
Volume: R$ 8,8 bilhões
A Bovespa encerrou a sessão de ontem com alta de 1,37%, aos 59.956,46 pontos. Na mínima, registrou 59.146 pontos e, na máxima 59.982 pontos. O giro financeiro da sessão foi de R$ 8,8 bilhões, inflado pelos R$ 4,5 bilhões do exercício de ações sobre ações. Em 11 sessões desde o início do ano, a Bovespa registrou alta em oito delas, e acumula ganhos de 5,64% no mês.
OURO
Ouro/grama: R$ 93,15
Variação: alta de 0,05%
Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o ouro foi cotado a R$ 93,15 com alta de 0,05%
Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, nos EUA, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1.642,90 e terminou o dia em alta de 0,32%. Um onça-troy equivale a 31,1035 gramas.
DÓLAR
Comercial: R$ 1,785
Variação: queda de 0,45%
O dólar comercial en-cerrou o dia de ontem negociado a R$ 1,783 para a compra e a R$ 1,785 para a venda, com queda de 0,45%. O dólar turismo terminou o dia cotado a R$ 1,737 na compra e a R$ 1,873 na venda, com queda de 0,21%. O dólar paralelo foi negociado a R$ 1,820 na compra e a R$ 1,950, na venda, com variação em queda de 0,51%.