Esportes

Noroeste: Fôlego e eficiência na A-2


| Tempo de leitura: 2 min

Ter à disposição um elenco repleto de jogadores qualificados e em excelente forma física é o sonho de qualquer treinador. Com Amauri Knevitz não é diferente. O comandante que tenta levar o Noroeste de volta à elite do Estadual sabe que o caminho até o acesso será árduo. Em entrevista, chegou a torcer por uma "dor de cabeça desejável" ao se referir na luta entre os jogadores por posições no time titular. Mais do que qualidade, a acirrada disputa da A2 requer também muito vigor físico.

Por isso mesmo, o Noroeste chega à reta final de preparação para a disputa trabalhando forte, equilibrando trabalhos técnicos e táticos com a preparação física da equipe. O elenco se reapresentou para o início dos trabalhos no dia 5 de dezembro, e desde então os atletas passam por atividades físicas sob a supervisão do preparador físico Robert Yoshio, em um trabalho integrado entre Comissão Técnica e Departamento Médico.

Yoshio explica como a preparação física foi desenvolvida junto ao elenco. "No início dos trabalhos, o grupo estava bastante heterogêneo no que diz respeito ao aspecto físico, o que é natural no começo da preparação, pois alguns jogadores vinham atuando mais, outros menos. Para aumentar o condicionamento físico, realizamos trabalho de adaptação, incrementando trabalho de força e transferência com trabalho com bola", destaca.

Durante a pré-temporada em Pederneiras, entre os dias 8 e 17 de janeiro, Yoshio comenta que as atividades foram mantidas, mas que a Comissão Técnica priorizou os trabalhos com bola. "Os exercícios continuaram na pré-temporada, mas naturalmente o foco maior neste período foram os treinos técnicos, táticos e coletivos. Em relação ao condicionamento da equipe, acredito que vamos chegar com cerca de 80% do ideal, com tendência de crescimento ao longo do campeonato", pontua.


Prevenção de lesões

Os trabalhos físicos, além de objetivarem o condicionamento dos jogadores, visam também a prevenção de lesões, em conjunto com o Departamento Médico. "Este é um trabalho integrado entre a Comissão Técnica e o DM. São exercícios de prevenção, propriocepção, sempre com o objetivo de reduzir ao máximo o índice de lesões. É claro que outros fatores também interferem, como alimentação, repouso, histórico de lesões, mas o trabalho para reduzir o risco de contusões está sendo feito", finaliza Yoshio.

Comentários

Comentários