Economia & Negócios

Bovespa fecha no azul sustentada por alta das ações da Petrobras; dólar recua


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As ações da Petrobras foram, de longe, as estrelas do pregão de ontem. A notícia da substituição do presidente da companhia, José Sérgio Gabrielli, pela diretora de Gás e Energia, Maria das Graças Silva Foster, agradou o mercado e o resultado foram ordens intensas de compras. Os papéis dispararam quase 4% e impediram, mais uma vez, a Bovespa de passar finalmente por uma tão aguardada realização de lucros. Os estrangeiros continuam na ponta compradora e também vêm dificultando esse movimento.

O Ibovespa terminou o dia de ontem com ganho de 0,12%, aos 62.386,24 pontos. Esse é o maior nível desde 6 de julho passado (62.565,46 pontos). Trata-se da sexta sessão consecutiva de ganhos, período no qual a Bovespa acumulou alta de 5,47%. No mês e no ano, a alta atinge 9,92%. Na mínima do dia, o índice registrou 61.908 pontos (-0,65%) e, na máxima, os 62.693 pontos (+0,61%). O giro financeiro totalizou R$ 6,049 bilhões.

A indicação de Graça Foster será feita pelo presidente do Conselho de Administração da Petrobras, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em reunião do Conselho marcada para o dia 9 de fevereiro. Gabrielli deve participar do governo de Jacquer Wagner na Bahia.

Ajudadas pela compra do investidor externo, as ações ON da estatal subiram 3,61% (giro de R$ 282,864 milhões) e as PN avançaram 3,76% (o maior giro da sessão, de R$ 909,036 milhões).

Os papéis também foram beneficiados pela alta do petróleo no Exterior, em razão na notícia de que a União Europeia aprovou embargo ao petróleo do Irã. Na Nymex, o contrato do petróleo para março encareceu 1,27%, a US$ 99,58 o barril. Vale, por outro lado, teve um pregão mais fraco. A ON caiu 0,72% e a PN subiu 0,15%.

Por causa de Petrobras, a Bovespa acabou fechando na contramão das bolsas norte-americanas que, às 18h10, operavam com pequenas perdas. O Dow Jones tinha baixa de 0,08%, o S&P registrava variação positiva de 0,02%, e o Nasdaq recuava 0,12%. As bolsas europeias subiram com a expectativa de um acordo entre o governo grego e credores privados acerca da dívida do país, e também pelo bem-sucedido leilão de bônus da Alemanha.


RENDA FIXA

Renda bruta: 10,29%

Ganho líquido/mês: 0,9%

Pela taxa média de 10,29% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 20 dias úteis foi fechada com rendimento bruto de 0,22% e líquido de 0,9%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 10,12% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,22% e líquida de 0,9%.

BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,12%

Volume: R$ 6,049 bilhões

O Ibovespa terminou o dia de ontem com ganho de 0,12%, aos 62.386,24 pontos. No mês e no ano, a alta atinge 9,92%. Na mínima do dia, o índice registrou 61.908 pontos (-0,65%) e, na máxima, os 62.693 pontos (+0,61%). O giro financeiro totalizou R$ 6,049 bilhões.
Em Nova York, O Dow Jones tinha baixa de 0,08%, o S&P registrava variação positiva de 0,02%, e o Nasdaq recuava 0,12%.

OURO

Ouro/grama: R$ 93,60

Variação: queda de 2,45%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o ouro foi cotado a R$ 93,60 com queda de 2,45%.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, nos EUA, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1.678,05 e terminou o dia em alta de 0,80%. Um onça-troy equivale a 31,1035 gramas.

DÓLAR

Comercial: R$ 1,749

Variação: queda de 0,57%

O dólar comercial encerrou o dia de ontem negociado a R$ 1,747 para a compra e a R$ 1,749 para a venda, com queda de 0,57%. O dólar turismo terminou o dia cotado a R$ 1,737 na compra e a R$ 1,847 na venda, com alta de 0,22%. O dólar paralelo foi negociado a R$ 1,830 na compra e a R$ 1,940, na venda, com queda de 0,51%.

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