Economia & Negócios

Bolsa de São Paulo emenda sétima alta e ganha mais de 10% no ano; dólar sobe


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As bolsas internacionais engataram o sinal vermelho, puxadas principalmente pela indefinição da situação grega. Mas, diferente de outros tempos, a Bovespa não acompanhou o Exterior às cegas. As ações da Petrobras continuaram subindo e fizeram a diferença da sessão, que ainda contou ontem com o desempenho mais firme da outra blue chip, a Vale. Assim, o índice ficou ora em alta, ora em baixa, definindo seu rumo apenas no fechamento.

O Ibovespa terminou a sessão com alta de 0,16%, aos 62.486,22 pontos. Na mínima, registrou 61.667 pontos (-1,15%) e, na máxima, os 62.536 (+0,24%). Nesses sete pregões seguidos de alta, os ganhos atingem 5,64%. No mês e no ano, a elevação atingiu 10,10%. O giro financeiro totalizou R$ 6,625 bilhões.

Segundo um experiente profissional, há uma liquidez global muito grande "à procura de bons investimentos". A Bovespa, segundo ele, se encaixa neste perfil, daí a continuidade dos ganhos nas últimas sessões, contrariando as previsões de realização de lucros.

A alta de ontem ocorreu na contramão do Exterior, onde as bolsas recuaram influenciadas pela Grécia, e apesar do feriado do aniversário de São Paulo, hoje, que deixará o mercado financeiro fechado.

No caso grego, a falta de acordo entre o governo e os credores privados azedou o humor dos investidores, que também receberam a notícia de que Portugal pode ter problemas para honrar seus compromissos. O quadro se completa ainda com balanços fracos e previsões sombrias para o crescimento econômico da Europa e mundial.

Na Nymex, o contrato do petróleo para março recuou 0,63%, a US$ 98,95 o barril. Aqui, Petrobras ON subiu 1,58% e a PN, 1,07%. Vale ON avançou 0,94% e a PNA, 1,29%.


RENDA FIXA

Renda bruta: 10,29%

Ganho líquido/mês: 0,9%

Pela taxa média de 10,29% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 20 dias úteis foi fechada com rendimento bruto de 0,22% e líquido de 0,9%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 10,12% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,22% e líquida de 0,9%.

BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,16%

Volume: R$ 6,625 bilhões

O Ibovespa terminou a sessão com alta de 0,16%, aos 62.486,22 pontos. Na mínima, registrou 61.667 pontos (-1,15%) e, na máxima, os 62.536 (+0,24%). Nesses sete pregões seguidos de alta, os ganhos atingem 5,64%. No mês e no ano, a elevação atingiu 10,10%. O giro financeiro totalizou R$ 6,625 bilhões. Dow Jones recuava 0,35%, o S&P tinha baixa de 0,21% e o Nasdaq caía 0,02%. As bolsas europeias fecharam em baixa.

OURO

Ouro/grama: R$ 93,60

Variação: estável

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o ouro foi cotado a R$ 93,60 com variação estável.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, nos EUA, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1.665,77 e terminou o dia em queda de 0,58%. Um onça-troy equivale a 31,1035 gramas.

DÓLAR

Comercial: R$ 1,755

Variação: alta de 0,34%

O dólar comercial encerrou o dia de ontem negociado a R$ 1,753 para a compra e a R$ 1,755 para a venda, com alta de 0,34%. O dólar turismo terminou o dia cotado a R$ 1,75 na compra e a R$ 1,857 na venda, com alta de 0,54%. O dólar paralelo foi negociado a R$ 1,820 na compra e a R$ 1,930, na venda, com queda de 0,52%.

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