Ao contrário do meio de 2011, o mercado europeu de transferência de não teve negociações de estrelas neste início de 2012. Assim, os valores das transações foram mais baixos.
O destino do argentino Carlos Tévez, maior novela deste período, não teve final até a conclusão desta edição.
Apesar disso, um novo capítulo foi escrito ontem, quando o Anzhi Makhachkala, clube russo que conta em seu elenco com o brasileiro Roberto Carlos e com o camaronês Eto?o, teria oferecido exorbitantes 18 milhões de euros (cerca de R$ 41 milhões) por ano ao jogador do Manchester City.
Com tantas idas e vindas, o empresário de Tevez, Kia Joorabchian, garantiu que ele ficaria no clube inglês até o fim desta temporada.
Com isso, nenhuma transação atingiu sequer uma das dez maiores da temporadas, todas feitas no meio do ano. Então, só a negociação de Aguero do Atlético de Madrid para o City custou R$ 110 milhões.
No futebol brasileiro, a primeira janela de transferências da temporada fechou ontem sem causar o tradicional desmanche nos clubes. As equipes da primeira divisão até venderam (ou emprestaram) mais jogadores do que contrataram. Mas é notório que os clubes investiram para qualificar seus elencos.
Os principais times do Brasil despacharam 26 atletas para jogar no exterior. A maior parte já não estava entre as prioridades dos treinadores. Por outro lado, foram 22 contratações vindas do exterior. A maioria para ser titular ou para resolver carências específicas dos times.
As duas maiores negociações foram do São Paulo com o meia Jadson (gastou R$ 10 milhões para buscar o meia na Ucrânia), e do Flamengo com Vágner Love (torrou R$ 23 milhões para comprá-lo do CSKA).