Economia & Negócios

Bolsa de São Paulo sobe mais de 2% e fica acima dos 64 mil pontos após sete meses


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A Bovespa mal tocou os 63 mil pontos e já mudou de patamar. Influenciada pelo bom humor que regeu as bolsas internacionais neste início de mês, o índice retomou o nível de 64 mil pontos, puxada por Vale, OGX, BM&F e siderúrgicas.

O Ibovespa subiu 2,37%, aos 64.567,18 pontos, na máxima do dia. Na mínima, atingiu 63.085 pontos (+0,02%). No ano até ontem, a Bovespa acumulava ganho de 13,77%. O giro financeiro dá um sinal do apetite dos investidores por ações neste pregão: R$ 9,828 bilhões, ante a média de R$ 6,298 bilhões registrada em janeiro, conforme dados da BM&FBovespa.

A alta da sessão foi puxada pelos índices de atividade industrial divulgados em países como China, Índia e Europa, além do dado de emprego em linha nos EUA e a perspectiva de que o acordo grego saia logo. No aviso mais recente, o IIF afirmou que espera uma solução nos próximos dias. Trata-se da negociação com os credores privados, representados pelo instituto internacional de finanças (IIF). Em outra frente, o país negocia com a troica de credores internacionais - formada por Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Central Europeu (BCE). Os leilões de bônus na Europa foram considerados bem-sucedidos e também favoreceram as compras de papéis.

O índice de gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) industrial da zona do euro subiu para 48,8 em janeiro, de 46,9 em dezembro. Na China, o PMI subiu para 50,5 em janeiro, de 50,3 em dezembro. O dado medido pelo HSBC ficou em 48,8, ante leitura de 48,7 em dezembro. Nos EUA, o índice de atividade industrial do ISM avançou para 54,1 em janeiro, de 53,1 em dezembro.

No Brasil, Vale fechou ontem com ganho de 2,01%, a ON e a PNA. Petrobras ON subiu 1,08% e a PN, 1,55%. A estatal do petróleo fez uma emissão de bônus no exterior no volume total de US$ 7 bilhões.
OGX ON avançou 5,68%. A empresa comunicou a existência de reservatórios com hidrocarbonetos em águas rasas da Bacia de Santos, no poço pioneiro 1-OGX-63-SPS, no bloco BM-S-57. A OGX detém 100% de participação no bloco. No setor siderúrgico, Gerdau PN, +4,50%, Metalúrgica Gerdau PN, +4,76%, Usiminas PNA, +0,60%, e CSN ON, 1,48%. BM&FBovespa ON ficou 5% mais cara.

RENDA FIXA

Renda bruta: 10,30%

Ganho líquido/mês: 0,9%

Pela taxa média de 10,30% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 20 dias úteis foi fechada com rendimento bruto de 0,22% e líquido de 0,9%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 10,12% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,22% e líquida de 0,9%.

BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 2,37%

Volume: R$ 9,82 bilhões

O Ibovespa fechou o dia O Ibovespa subiu 2,37%, aos 64.567,18 pontos, na máxima do dia. Na mínima, atingiu 63.085 pontos (+0,02%). O giro financeiro dá um sinal do apetite dos investidores por ações neste pregão: R$ 9,828 bilhões. Nos EUA, o Dow Jones subia, às 18h10, 1,07%, o S&P avançava 1,26%, e o Nasdaq tinha ganho de 1,37%.

OURO

Ouro/grama: R$ 96,50

Variação: alta de 0,94%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o ouro foi cotado a R$ 96,50 com alta de 0,94%.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, nos EUA, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1.744,59 e terminou o dia em alta de 0,46%. Um onça-troy equivale a 31,1035 gramas.

DÓLAR

Comercial: R$ 1,733

Variação: queda de 0,69%

O dólar comercial encerrou o dia de ontem negociado a R$ 1,731 para a compra e a R$ 1,733 para a venda, com queda de 0,69%. O dólar turismo terminou o dia cotado a R$ 1,697 na compra e a R$ 1,833 na venda, com queda de 0,92%. O dólar paralelo foi negociado a R$ 1,810 na compra e a R$ 1,910, na venda, com varição estável.

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