Economia & Negócios

Bolsa de Valores de São Paulo garante ligeira alta nos ajustes finais; dólar sobe


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A agenda esvaziada no Exterior e o sinal negativo das bolsas internacionais fizeram a Bolsa dar uma pausa na trajetória forte de ganhos. O Ibovespa passou o dia todo em baixa, num movimento de realização de lucros que foi perdendo força na reta final da sessão. Petrobras, em alta quase o dia todo, e a melhora de Vale nos últimos minutos garantiram um final estável.

O Ibovespa terminou com variação positiva de apenas 0,01%, aos 65.223,72 pontos. Na mínima, registrou 64.743 pontos (-0,73%) e, na máxima, atingiu 65.229 pontos (+0,02%). No mês, sobe 3,41% e, no ano, 14,92%. O giro financeiro encolheu ao somar apenas R$ 5,191 bilhões, bem menos do que a média de R$ 8,999 bilhões dos três pregões anteriores.

O mercado continua na expectativa sobre um acordo da Grécia sobre sua dívida, já que nada saiu no final de semana. E foi isso o que fez com que as bolsas europeias fechassem no vermelho e faz com as norte-americanas caminhem para o mesmo desfecho.

Na Bovespa, as perdas ao longo da sessão foram limitadas pela resistência de Petrobras, que subiu 1,19% na ON e 1,02% na PN. Segundo um profissional do mercado, os papéis antecipam o balanço, que sai no dia 9, quinta-feira, e também os vencimentos Na próxima semana, acontecem, na segunda, o vencimento de opções sobre ações e, na quarta, o de Ibovespa futuro. Vale ON caiu 0,04% e Vale PNA avançou 0,21%.

Mas o destaque de alta do Ibovespa ontem foi de CCR ON, que subiu 2,50%. A empresa participou do leilão dos aeroportos de Guarulhos, Brasília e Campinas ontem, mas não foi classificada para a segunda etapa da concorrência, o que agradou os investidores. A avaliação dos especialistas é que as taxas de retorno da companhia não irão cair.

Quatro companhias com ação na Bovespa participaram, mas apenas CCR tem participação no Ibovespa. Das outras três, apenas Triunfo arrematou um aeroporto, de Campinas, por R$ 3,821 bilhões (ágio de 159,8%). A ação fechou em queda de 3,30%. EcoRodovias ON subiu 5,93% e OHL ON, +5,33%.


RENDA FIXA

Renda bruta: 10,29%

Ganho líquido/mês: 0,9%

Pela taxa média de 10,29% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 20 dias úteis foi fechada com rendimento bruto de 0,22% e líquido de 0,9%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 10,12% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,22% e líquida de 0,9%.

BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,01%

Volume: R$ 5,191 bilhões

O Ibovespa terminou o dia de ontem com variação positiva de apenas 0,01%, aos 65.223,72 pontos. No mês, sobe 3,41% e, no ano, 14,92%. O giro financeiro encolheu ao somar apenas R$ 5,191 bilhões, bem menos do que a média de R$ 8,999 bilhões dos três pregões anteriores. Nos EUA, às 18h10, o Dow Jones caía 0,23%, o S&P, 0,14%, e o Nasdaq, 0,22%.

OURO

Ouro/grama: R$ 95,00

Variação: queda de 1,04%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o ouro foi cotado a R$ 95,00 com queda de 1,04%.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, nos EUA, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1.722,34 e terminou o dia em queda de 0,37%. Um onça-troy equivale a 31,1035 gramas.

DÓLAR

Comercial: R$ 1,727

Variação: alta de 0,58%

O dólar comercial encerrou o dia de ontem negociado a R$ 1,725 para a compra e a R$ 1,727 para a venda, com alta de 0,58%. O dólar turismo terminou o dia cotado a R$ 1,653 na compra e a R$ 1,837 na venda, com alta de 0,77%. O dólar paralelo foi negociado a R$ 1,810 na compra e a R$ 1,910, na venda, com alta de 0,53%.

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