Paulo Roberto Ramos, morador do Núcleo Gasparini há 29 anos, reclama que o distrital José Carlos Galvão de Moura encontra-se em estado de abandono e queixa-se de ter sido ignorado pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Semel) na reivindicações de reformas no local, um dos pontos de lazer e prática esportiva da comunidade, que se encontra sem condições de uso desde o ano passado.
As principais reclamações referem-se ao mato alto no local, à falta de placas no muro que circunda o estádio e ao pedido não atendido da reposição de areia no campo de futebol de areia existente no local.
“O principal mesmo é o abandono. Já mandei ofícios à Semel desde dezembro, com fotos. Desde o ano passado que o pessoal não consegue usar o campo de areia”, aponta Ramos. “O próprio pessoal da Semel falou que não tem jeito de praticar esporte do jeito que está lá”, relata o morador.
Ramos afirma que os moradores se dispõem a contribui com a mão-de-obra na reforma do campo de areia. “O principal seria limpar o local e providenciar uns cinco caminhões de areia fina. Se arrumar os caminhões, nós mesmo (moradores) espalhamos a areia”, prontifica-se. “A comunidade espera da prefeitura, mas não tem o retorno”, constata.
Prevista
O secretário de Esportes de Bauru, José Carlos de Souza Pereira, o Batata, afirma que a reforma completa do distrital do Gasparini está prevista para este semestre. “Temos como prioridade dois distritais: o Toninho Guerreiro, no Mary Dota, e o José Carlos Galvão de Moura, no Gasparini. Uma empresa que estamos contratando por licitação, já fez um levantamento do que precisa ser reformado dentro desses dois estádios”, comenta. De acordo com Batata, o levantamento chegará às suas mãos e, a partir disso, a Semel poderá ter perspectiva em relação a prazo para início e conclusão das obras nos dois distritais. “Vamos saber o que precisa de reforma e ter uma ideia de prazos”, conclui.