Fotos: Reuters/Oscar Edwin Avellaneda |
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Nesta sexta, a Nasa afirmou que a tempestade geomagnética foi elevada do nível G1 ao nível G3, em uma escala que vai de G1 a G5, onde G5 é o mais forte, ou seja, está mais intensa do que os cientistas imaginavam.
O fenômeno pode afetar o funcionamento de satélites, GPS e redes de energia. As auroras boreais, que puderam ser vistas em várias regiões na noite de quinta, também são provocadas por essa interação.
De acordo com a agência espacial, a nuvem de partículas e radiação deve atingir o envelope magnético que circunda a Terra na manhã de domingo (11).

