Damasco - No aniversário de um ano do início da insurgência na Síria, ontem, milhares foram às ruas protestar tanto a favor de Bashar Assad como contra o ditador.
Em Damasco, manifestantes carregavam não apenas bandeiras da Síria, mas também da China e da Rússia ambos opositores às resoluções do Conselho de Segurança da ONU condenando o país árabe.
O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Ban Ki-Moon, anunciou ontem que passou de 8.
o número de mortos após um ano do conflito entre governo e manifestantes na Síria, e qualificou de “brutal” a repressão do regime do ditador Bashar Assad.
“O secretário-geral expressa sua solidariedade ao povo da Síria e às suas legítimas aspirações para conseguir dignidade, liberdade e justiça”, afirmou Martin Nesirky, porta-voz do secretário, em comunicado que lembra o aniversário do início dos protestos.
Ban Ki-Moon afirmou também que é “urgente acabar com o ciclo de violência” que vive o país e a “brutal repressão que continua inalterável” às manifestações dos civis sírios, chamadas de pacíficas pelo secretário-geral.