Na Copa Gerdau, encerrada no último domingo, em Porto Alegre, o tenista da vizinha cidade de Lins, Marcelo Zormann, que há duas semanas venceu o “Banana Bowl”, foi vice-campeão.   Beatriz Haddad, maior revelação feminina do Brasil, também foi vice-campeã da “Gerdau” na categoria até 18 anos. A “Copa Gerdau” tem uma pontuação equivalente aos torneios do “Grand Slam” juvenil. 

 

 

 

NADAL

 

Em entrevista publicada na semana passada pelo jornal francês “L`Equipe”, o espanhol Rafael Nadal se mostrou irritado ao comentar sobre o vídeo mostrado por um canal de TV francês que insinua que o espanhol usa “doping”. “Não aceito que me coloquem a etiqueta de dopado. Trabalho desde os sete anos de idade várias horas todos os dias. Nunca acusaria ninguém sem provas. O problema é que na França, e não sei porque, se duvida de todo mundo. O único “doping” que uso é trabalho e dedicação”, disse o espanhol.

 

 

 

FEDERER

 

O suíço Roger Federer é o maior vencedor de torneios do “Grand Slam”, com 16 títulos; mesmo assim, não se considera o melhor jogador de todos os tempos. Em entrevista para o jornal “LANCE”, o suíço disse que não se sabe quem é o melhor e que nunca ninguém saberá, porque cada um foi o melhor em sua época. Mas Federer diz considerar-se um felizardo por ser incluído entre os melhores e ainda estar jogando. Disse que a derrota que mais doeu na carreira foi para o espanhol Rafael Nadal, na final de Wimbledon de 2

8, e a vitória que mais marcou foi sobre o americano Pete Sampras, na final de Wimbledon de 2

1. Sobre o pior rival, Federer disse que não existe, o que existe é o melhor rival e esse é Rafael Nadal.   

 

 

 

EXIBIÇÕES

 

Foi confirmado na semana passada que o suíço Roger Federer fará duas exibições no Brasil em dezembro. Não se sabe a data exata, nem seus adversários; um deles deverá ser Gustavo Kuerten (Guga), o outro, talvez Thomaz Bellucci. Rio de Janeiro e São Paulo devem sediar os jogos. 

 

 

 

JOHN ISNER

 

Com os Jogos Olímpicos de Londres se aproximando, os tenistas que participarão já buscam parceiros para a formação das duplas. O americano John Isner, 2,

5m de altura é um deles. Para a prova de duplas mistas, Isner planeja jogar tendo como parceira Serena ou Venus Willians. Na última semana, Isner disse que será divertido executar seus saques contra as mulheres e que não vai maneirar não. A maioria dos saques de Isner atinge mais 2

km/h. 

 

 

 

THOMAZ KOCH

 

Segundo melhor jogador brasileiro da história (por seus resultados), atrás de Gustavo Kuerten, Thomaz Koch, hoje com 67 anos, continua tendo muito prestígio.  Na semana passada, esteve em Porto Alegre (sua terra natal) a trabalho. Thomaz foi contratado por uma firma americana que está investindo na procura de novos talentos. Segundo Thomaz, a ideia é descobrir talentos que estão na fase de transição, do juvenil para o profissional para montar uma equipe, sem nacionalidade, mas internacional. 

 

 

 

APOSENTOU-SE

 

Ao perder para o francês Nicolas Mahut no Masters 1

de Miami na semana passada, o chileno Fernando Gonzalez deixou o tênis profissional. Alegando frequentes problemas no quadril e joelho, Gonzalez diz que não dá mais para continuar. A partir de agora, o chileno fica sem o tênis e este sem o dono de um dos mais potentes “forehands” (direita para destros) de todos os tempos. 

 

 

 

PROMESSA BAURUENSE

 

O jovem tenista Matheus Beckers de Almeida, de apenas 12 anos é também uma das boas promessas do tênis bauruense. No IV PCT Open 2

12, disputado no último final de semana em Campinas, Matheus foi vice-campeão na categoria 12MB. 

 

 

 

DICA

 

No jogo de duplas, quando seu parceiro for sacar, você obviamente deverá estar na rede, na espera que o parceiro consiga mandar o saque no local onde vocês previamente combinaram. Caso ele consiga, irá facilitar para que você possa fazer um bom voleio ou até “matar” o ponto. Além de saber onde o parceiro vai sacar, outras dicas podem ajudar você, quando o parceiro estiver sacando: Se posicione entre a linha do saque e a rede e entre a linha lateral da quadra (linha de duplas) e linha central do saque; afinal, você é o responsável por metade da quadra. Depois do saque do parceiro, siga a trajetória da bola; se for um saque bem “aberto” (que a bola ao bater no chão vai para a lateral da quadra), feche o “corredor” (entre a linha de dupla e a de simples). Se o saque for em direção à linha do “T” (entroncamento entre as linhas de saque), dê um passo para o centro da quadra, pois o adversário tentará responder na cruzada, já que tentar uma paralela fica mais difícil. E o mais importante: preste muita atenção nas tendências das devoluções de saque dos adversários; eles não vão conseguir enganar vocês o tempo todo. Mas, lembre-se de que, em duplas, é importantíssimo que os parceiros conversem e discutam a jogadas. 

 

 

 

CURIOSIDADE

 

O ranking mundial masculino começou em 1973; e em 1975, o feminino. Desde então, 24 tenistas do Brasil estiveram entre os 1

primeiros no ranking masculino e cinco no feminino. No masculino, Gustavo Kuerten (Guga) foi o primeiro do ranking; depois de Guga, os nove melhores e suas posições foram: 2-Thomaz Bellucci (ainda em atividade), na 21a; 3-Thomaz Koch, 24a; 4-Fernando Meligeni, 25a; 5-Luiz Mattar, 29a; 6-Marcos Hocevar, 3

a; 7-Jaime Oncins, 34a; 8- Carlos Kirmayr, 36a; 9-Flavio Saretta, 44a; 1

-Cassio Motta, na 48a posição. Dois bauruenses estão entre esses 24 tenistas: Júlio Góes, que ocupou a 68a posição e Roger Guedes, a 93a. Entre as mulheres, as cinco que já estiveram entre as primeiras 1

são: 1 - Niege Dias, 32a; 2- Patrícia Medrado, 48a; 3- Claudia Monteiro, 72a; 4-Andreia Vieira, 76a; 5- Gisele Miró, na 99a. A melhor tenista do Brasil, Maria Esther Bueno (dona de sete títulos de Grand Slam em simples), não consta dessa lista, pois em sua época o ranking não existia.    

 

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