Uma audiência pública convocada em caráter emergencial para as 14h de hoje, no Ministério Público do Trabalho (MPT), pretende definir como se dará o pagamento da rescisão dos contratos de trabalho dos funcionários da Maternidade Santa Isabel. O advogado do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Bauru (Seessb), José Marques, ressaltou, ontem, que ficou definido que se o governo do Estado de São Paulo não assumir a responsabilidade pela quitação das rescisões, o Ministério Público e o MPT deverão propor uma ação civil pública pedindo o bloqueio de receitas do governo estadual, como o ICMS.
Ainda segundo Marques, foram convocados para a audiência, hoje, representantes da Secretaria de Estado da Saúde, Departamento Regional de Saúde (DRS-6) e Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp).