Belém - Após a morte de um operário anteontem, trabalhadores das obras da hidrelétrica de Belo Monte, no oeste do Pará, deram início ontem a uma paralisação. Há cerca de duas semanas, greves também atingem as obras das usinas de Santo Antônio e Jirau, localizadas em Rondônia.
A morte do funcionário, que trabalhava para uma empresa terceirizada contratada pelo Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM), foi o estopim para a paralisação, que envolve reivindicações trabalhistas. O consórcio informou que, dos cinco canteiros de obras da usina, há dois paralisados: Belo Monte e Pimental. O CCBM não soube dizer quantos trabalhadores há nessas duas unidades.
O canteiro de Belo Monte é um dos mais importantes, porque é onde ficará a casa de força principal da hidrelétrica.