Polícia

Polícia Civil vai solicitar que haja reconstituição no caso de Fernanda

Vitor Oshiro
| Tempo de leitura: 1 min

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), irá realizar, nas próximas semanas, a reconstituição da morte da vendedora Fernanda Tripodi, desaparecida em 2

9 e encontrada em outubro do ano passado. A necessidade da reconstituição foi confirmada ontem, após serem ouvidos dois homens investigados no caso.

 

Segundo a reportagem apurou, os dois depoimentos duraram cinco horas. “Foram depoimentos muito produtivos. Por conta deles, iremos realizar a reconstituição do caso”, aponta o titular da DIG, Kleber Granja.

 

Ambos chegaram a ser presos temporariamente na época das investigações. Porém, foram liberados por falta de provas.

 

Outro depoimento chave no caso é o de Roberto Carlos Fagundes, 44 anos, principal suspeito do crime. Ele deve ser ouvido na próxima semana. Fagundes estava desaparecido desde a época do crime e está preso desde 1

de março deste ano, quando foi detido em Santa Catarina após agredir sua atual esposa.

 

Fernanda Tripodi desapareceu em 17 de dezembro de 2

9.  Na ocasião, a vendedora, que tinha 26 anos e era mãe de dois filhos, sumiu após sair de sua residência. A ossada foi achada em outubro do ano passado e a confirmação veio só este ano com um teste de DNA, divulgado com exclusividade pelo JC.

 

Em meio às investigações, o marido da vendedora foi considerado o principal suspeito no caso. Com a prisão decretada, Roberto Fagundes fugiu sem deixar vestígios e só foi encontrado no mês passado. Atualmente, ele está preso no Centro de Detenção Provisória (CDP). 

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