Uma moradora de rua e usuária de drogas de 30 anos acusou um pintor por estupro, na madrugada de sábado para domingo. Ela chamou a Polícia Militar e alegou que o homem teria entrado em um imóvel abandonado onde ela dormia, na Vila Dutra, e praticado sexo com ela sem seu consentimento. A possível vítima, que teria fugido, levou os policiais ao local onde o suspeito estava com outros homens, que negaram ter ocorrido o estupro.
O pintor diz ser inocente e os seus colegas contaram que a mulher apareceu no referido imóvel e, como sabia que também eram usuários, pediu que eles dessem droga a ela. Com a negativa, a moradora de rua teria iniciado discussão e xingado os homens. Ela admite que fuma crack há três anos e havia consumido duas pedras da droga no começo.
A vítima teria descrito seu suposto estuprador como negro. No entanto, o homem apontado por ela era pardo. Além disso, um médico legista não constatou sinais de estupro na moradora de rua. No entanto, coletou material de sua vagina, que não sabe precisar se trata-se de esperma ou algum tipo de corrimento.
A mulher disse ainda que teria recebido tapas na cara e ponta pés. No entanto, o exame também não apontou evidências de violência.