Bamako - O presidente do país africano Mali, Amadou Toumani Toure, entregou sua carta de renúncia ontem, abrindo caminho para restaurar um governo civil no país e entregar o poder ao chefe da Assembleia Nacional.
Estados vizinhos que se encontravam para discutir os tumultos no norte de Mali, uma das principais razões para o golpe militar que tirou Toure do poder, discordaram sobre o tipo de abordagem, se utilizarão a força contra os rebeldes, uma mistura de separatistas tuaregs e islâmicos ligados à Al Qaeda, ou se partirão para a diplomacia.
A crise dupla - o golpe na Capital em março, que levou ao levante no norte - ameaça a reputação de Mali como uma democracia e amplia um vácuo de segurança que os países consideram que possa gerar instabilidade na região, terrorismo e contrabando.