São Paulo - A rede de compartilhamento de fotografias, agora parte do Facebook, tem parte de seu DNA brasileiro.
Um de seus fundadores é o paulistano Mike Krieger, que vive nos Estados Unidos desde 2
4. Ele se mudou para a país para estudar ciências da computação na Universidade Stanford, na Califórnia.
Krieger, 25 anos, criou a rede para compartilhamento de fotografias em 2
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com o americano Kevin Systrom.
Antes de fundar o Instagram, o brasileiro participou de um programa para jovens empreendedores em Stanford e de alguns projetos de startups, onde conheceu Systrom.
Krieger também trabalhou no Meebo (plataforma para troca de mensagens online) e foi estagiário da Microsoft e da Foxmarks.
Em entrevista à no início do ano passado, o empreendedor descreveu o Instagram, que se chamava inicialmente Burbn, como uma “plataforma de momentos instantâneos”.
Mas a primeira versão da rede não agradou aos fundadores.
“Era possível enviar fotos, fazer check-ins, criar planos para o fim de semana. Então decidimos colocar o aplicativo numa dieta e surgiu o Instagram”, disse na entrevista.
Em poucos meses, o Instagram angariou seguidores - hoje são mais de 3
milhões de usuários - e recebeu duas rodadas de investimentos.
A primeira foi de US$ 7 milhões, há pouco mais de um ano, feita por fundos de investimento. Na semana passada, recebeu um novo aporte de capital, liderado pelo fundo Sequoia Capital. Apesar da alta avaliação de seus ativos, o Instagram possui apenas 13 funcionários.
O aporte foi de US$ 5
milhões, o que fez a empresa ser avaliada em cerca US$ 5
milhões, metade do valor a ser pago pelo Facebook. Segundo analistas, a participação de Mike é de cerca de 1
%, o que renderia ao menos US$ 1
milhões na transação.