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Comerciante deixa cartaz para ladrões em São Manuel e caso repercute no Brasil

Da redação JCNet
| Tempo de leitura: 2 min

Reprodução/Record Paulista

Após furto, que gerou cerca de R$ 40 mil de prejuízo, comerciante fixou cartaz criando 'regras' para futuros crimes

Repercutiu durante toda a manhã desta terça-feira o caso do comerciante de São Manuel (69 quilômetros de Bauru) que, após prejuízo de cerca de R$ 40 mil por ter sua joalheria furtada no último final de semana, decidiu criar um “manual” com “regras” para os ladrões.

Além de “proibir” os crimes aos finais de semana, o cartaz afixado na porta do estabelecimento institui “limites” para os prejuízos, conforme mostrou o JC. O mesmo caso foi notícia em programas de abrangência nacional na televisão e está em sites e jornais de outras regiões do País, como Rio Verde do Pantanal (MS). A TV Record também cobre o caso.

O furto à joalheria, que fica no Centro de São Manuel, ocorreu por volta das 4h, do sábado. De acordo com a Polícia Civil, os suspeitos são três homens que chegaram ao local em um Voyage de cor cinza com o farol esquerdo queimado e adesivo de cor preta cobrindo parte dos vidros das portas dianteira e traseira.

Após cortarem os cadeados que protegiam a porta de entrada com alicate, eles tiveram acesso ao interior da joalheria, de onde furtaram diversos objetos, como alianças e correntes. Toda a ação foi gravada pelo circuito interno de segurança da loja. Ontem, a polícia informou que já tem pistas dos acusados.

Inconformado, o dono do estabelecimento, Valter Maestá, decidiu deixar um “recado” para os ladrões. Nele, a vítima explica que, a partir de hoje, a loja não poderá ser roubada ou furtada aos sábados e domingos, apenas nos dias úteis. “Devido aos grandes prejuízos, os roubos ficarão limitados a um montante de, no máximo, um salário base”, ressalta. “Aos ladrões que descumprirem, e na improvável hipótese de serem pegos, talvez, quem sabe, poderão ser punidos pela lei”. Até esta terça-feira, ninguém havia sido preso.

Veja abaixo a matéria da Record Paulista sobre o caso:

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