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TAC define a devolução de dinheiro de show


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Na manhã de ontem, os proprietários da casa de shows Rastro do Cowboy, Emílio e André Brumati, assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) junto ao promotor de Defesa do Consumidor, Libório Nascimento. Segundo o documento, foi estipulado o prazo de 2

de abril a 3

de maio para que as pessoas que compraram o ingresso e não conseguiram assistir ao show da banda Rebeldes sejam ressarcidas.

 

De acordo com o promotor, para ter o dinheiro de volta, basta apresentar o ingresso original aos representantes do Rastro no período citado, sempre de segunda-feira a sábado, das 1

h às 16h3

. Para isso, não será preciso assinar nenhum documento. Até ontem, a direção do Rastro, organizadora do show, havia devolvido espontaneamente o dinheiro para 39

pessoas.

 

“O termo que a empresa (Rastro) apresentou para ser assinado às pessoas que já obtiveram o dinheiro de volta não tem nenhuma validade jurídica. Mas quem assinou não precisa ficar preocupado, pois não haverá nenhum prejuízo por conta disso”, orienta Nascimento.

 

Segundo ele, o prazo a partir de 2

de abril para a continuidade da devolução do dinheiro foi estipulado para que, até lá, a empresa organizadora do show tenha condições de formar caixa. 

 

“Do valor total da venda de ingressos, 6

% já foi pago para o grupo Rebeldes. Além disso, também houve gastos com a produção e segurança do evento. E ainda há uma terceira empresa, que na verdade foi a contratante do show. Então, os proprietários do Rastro estão assumindo sozinhos esse problema, que é o correto perante o consumidor, porque quem vendeu os ingressos foram eles”, diz o promotor.

 

Mais informações sobre a troca de ingressos pelo dinheiro pago pelo show podem ser obtidas pelo telefone (14) 3227-5623.

 

Os proprietários do Rastro do Cowboy reiteram que a casa é conhecida na cidade por sempre promover eventos de grande porte com segurança e organização, e que o problema ocorrido no show da banda Rebeldes “foi causado pela própria equipe de produção do grupo”. O advogado José Roberto Ozelieiro Spoldari acompanhou os empresários na assinatura do TAC. “Nós temos uma história de 1

anos de um trabalho sério na organização de shows, e estamos nos responsabilizando por ressarcir quem foi prejudicado”, diz Emílio Brumati. 

 

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