Ocorrida em julho de 2
6, a venda da sede social do Bauru Atlético Clube (BAC) ainda não saiu da Justiça. O inquérito, que já passou por várias instâncias de investigações e apurações, está com o Ministério Público, que afirma estar na busca de documentos finais para oferecer a denúncia ou arquivar o caso.
Na época, o BAC foi negociado por R$ 4 milhões. O investimento foi feito pela Rede Tauste de Supermercados. Desde então, o único sócio-proprietário do clube passou a contestar a venda e apontar possíveis ilegalidades, como a falta de representatividade e legitimidade dos supostos conselheiros que aprovaram a comercialização.
O caso já tramitou judicialmente, porém, em 2
7, o pedido de anulação da escritura e da venda da sede foi negado. A saída foi apresentar uma denúncia criminal.
Após passar pelo 3.º Distrito Policial e pela Delegacia Seccional de Bauru, o inquérito foi concluído pela Polícia Civil e apresentado à promotoria.
Na tarde de ontem, o promotor de Justiça do caso, Paulo Sérgio Foganholi, afirmou que o caso ainda está em andamento. “Estamos atrás de mais alguns documentos. Por enquanto, ainda não há qualquer novidade”, disse.