Economia & Negócios

Melhoria contínua - Sempre é tempo de viver


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5 anos, não pensa em se aposentar tão cedo e tem mais projetos de vida do que muita gente de 4

anos.

 

Henri Ford afirmou no início do século passado: “Nunca pare de aprender, pois qualquer um que parar de aprender está velho, tenha 2

ou 8

anos. Qualquer um que se mantenha aprendendo permanecerá jovem. “A melhor coisa da vida é manter sua mente jovem”.

 

Henri Ford, considerando o conhecimento da época, estava bem à frente do seu tempo, pois hoje a neurociência, através de vários estudos, tem comprovado que pessoas que exercitam o cérebro têm uma mente melhor na terceira e nas outras idades mais avançadas, pois adiam a demência. Em outras palavras, leituras, estudo de qualquer assunto, conta matemática, responsabilidade e prática de memórias fazem bem aos neurônios.

 

Além do mais, as células do corpo humano são sintonizadas aos nossos pensamentos. Quando o indivíduo se aposenta, as células do seu corpo percebem e entram também em ritmo de descanso. Devido a isso a imunização do corpo humano se torna vulnerável e consequentemente a saúde se fragiliza. Num curto espaço de tempo, a probabilidade do aposentado estar colocando o famoso “terninho de madeira” se torna grande.

 

Por outro lado, segundo a psicologia moderna, o trabalho prazeroso é terapêutico. Portanto, provoca saúde mental.

 

Me fez lembrar de um pai de um amigo que planejou sua vida considerando que morreria com no máximo 7

anos. Parou de trabalhar aos 6

anos e gastou suas reservas financeiras com regalias exageradas. Os problemas vieram com o término do dinheiro e a longevidade. Hoje está com 8

anos, com problemas de memória, dependendo de ajuda financeira de filhos. 

 

 Mas é compreensível, pois não é fácil mudar o paradigma ditado pela sociedade de se aposentar e viver tranquilo.

 

Diz um ditado chinês que o segredo da longevidade está em “comer pela metade, exercitar em dobro e sorrir o triplo”. Eu adicionaria: continuar trabalhando, em quantidade equilibrada.

 

Um provérbio africano diz “Quando um velho homem morre, uma biblioteca é queimada”.

 

Aqui no Brasil, infelizmente o velho ainda é descartado. Um grande desperdício. Este paradigma deverá ser mudado, em breve, devido às previsões de escassez de mão de obra. 

 

Enfim, o segredo para viver mais está em manter a mente e o corpo em movimento. 

 

Sem sombra de dúvida, a vida é arqui-inimiga da acomodação.

 

 

 

Davison de Lucas - Diretor da M.Davison & associados Consultor Organizacional e Palestrante

 

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