Gostaria de um esclarecimento. Em noticiário de ontem (28/04/2012) fui informado da compra pelo DAE de cloro, para tratamento da água que consumimos, em caráter emergencial, com um acréscimo de 20% em seu custo. Anteriormente noticiou-se que desde o fim ano de 2011 havia a necessidade da aquisição desse material e, que devido ao vencimento do ano fiscal, reiniciou-se o processo de compra em janeiro de 2012 (Jornal da Cidade). Não sabemos se por incompetência ou má fé não se concluiu o processo em tempo, ocasionando a compra emergencial. Deduz-se que o responsável pelo setor de compras foi omisso em suas funções, pois o prazo era suficiente para conclusão do processo.
Outro fato interessante é que em fins de 2011 havia necessidade de certa quantidade que daria para um tempo razoável de uso e, nesta emergência, comprou-se o equivalente a mais ou menos 16% da necessidade anterior. Para quem sabe lidar com planilhas, esses números são suspeitos. Sugiro a suspensão imediata do (a) responsável pelas compras do DAE e de seu presidente (sem vencimentos) até averiguação dos fatos. Dia 16 pp venceu o IPTU. Os meus estão pagos, lembrado que foi por uma simples anotação em uma agenda. Quem sabe o funcionário citado do DAE não tem uma. Devemos cuidar do dinheiro que colocamos nas mãos dos órgãos públicos. Aguardo uma manifestação desses destinatários.
João F. do Amaral