A diversidade é a marca da Bahia. Presente nas festas populares, nos cultos aos orixás, na devoção à rainha do mar. E também nas belezas de num litoral privilegiado. Mistura de várias costas e de vários encantos. Que passam pela do cacau, do dendê, das baleias, pela verde, entre outras.
Imenso, o litoral baiano reserva as mais variadas surpresas. Do extremo sul - onde o Brasil nasceu - com a esquadra portuguesa achando o seu porto seguro, à divisa com Sergipe, num mangue seco perfeito para as estripulias de Tieta, personagem de Jorge Amado.
O escritor baiano, que imortalizou tantos outros personagens como a brejeira Gabriela, que tinha cheiro de cravo e de canela e que em junho voltará às telas em um remake da Rede Globo.
Ilhéus é a praia da trama. A cidade dos antigos coronéis do cacau, base do chocolate e outras tantas delícias.
A Costa do Cacau está encravada entre os municípios de Ilhéus e Canavieiras, um lugar com santuários ecológicos tropicais e praias paradisíacas.
Eterno convite para cavalgadas à beira-mar, passeios de barco pelo delta de Ilhéus ou na barra do Rio Pardo, passeios pela estação de águas na Estância Hidromineral de Olivença, visita ao Projeto Mico-Leão-Baiano ou energização, com direito a um tratamento de pele nas areias monazíticas de Uma (onde fica o Hotel Transamérica Ilha de Comandatuba).
Salvador: A primeira capital
O dia 22 de abril de 1500, quando Pedro Álvares Cabral e sua frota avistaram terra e um "monte muito alto e redondo", que batizou de Monte Pascoal, por estar às vésperas da Páscoa, foi o primeiro passo dessa história de colonização.
Os portugueses, encantados com o que viram no Sul do Estado, partiram para outros destinos.
Em 1549, eles escolheram a baía de São Salvador para fundar a cidade de Salvador, a primeira capital do Brasil, um lugar repleto de cultura e de história, um caldeirão étnico.