Polícia

Embriaguez ao volante acaba em colisão e agressão

Marcele Tonelli
| Tempo de leitura: 2 min

O que era para ser um acidente de trânsito acabou se transformando em confusão na noite de sábado (12), no Jardim Bela Vista em Bauru. O condutor do veículo causador do acidente apresentava sinais de embriaguez e acabou entrando em luta corporal com o irmão do proprietário do carro atingido. O caso foi registrado no Plantão Policial.


Segundo consta no boletim de ocorrência, era por volta das 19h quando o pedreiro, A.J.F., 57 anos, conduzia sua Ford/Beline, cor bege, pela rua Rui Barbosa, e ao atingir a quadra 9 perdeu a direção do veículo chocando-se contra o VW/Gol, cor preto. Com o impacto, os carros ficaram danificados, mas não houve vítimas.


Minutos após a colisão, um irmão de 60 anos do condutor do Gol, que mora próximo ao local dos fatos, observou o acidente e ao notar a embriaguez de A., pensou que o motorista iria fugir e entrou em luta corporal com o pedreiro.


A confusão resultou em danos nos veículos e escoriações nos envolvidos. Ao chegar no local, a Polícia Militar (PM) constatou que A. apresentava 0,96 miligramas de álcool por litro de ar alveolar, sendo que o permitido é de 0,14 mg/l. O pedreiro foi autuado pela infração e submetido à exames médicos, junto ao outro agressor, por conta das lesões sofridas.



Mais do mesmo


Ainda da noite de sábado, a PM também autuou um tratorista de 35 anos que dirigia sua Honda/CG, cor prata, pela quadra 2 da rua Presidente Kennedy, no centro da cidade. Na ocasião, os policiais realizavam uma operação de bloqueio quando G.V.F, além de apresentar a habilitação vencida, possuía sinais de embriaguez e foi submetido ao teste do bafômetro apresentando 0,93 miligramas de álcool por litro de ar alveolar.



Penalidades


Conforme o JC vem divulgando, a Polícia Militar Rodoviária, alerta que o motorista flagrado dirigindo alcoolizado recebe uma multa de R$ 957,70, além de ter o veículo retido e suspensão do direito de dirigir por 12. Em alguns casos, os condutores ainda podem responder criminalmente por sua conduta, com penas que variam de seis meses a três anos de detenção.

Comentários

Comentários