Bairros

Secretaria de Saúde investigará morte de grávida

Da redação JCNet
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Em nota enviada pela Prefeitura de Bauru na tarde desta quinta-feira (17), o secretário Fernando Monti, em nome da Secretaria de Saúde, informou que está, juntamente com o  diretor do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Carlos  Eduardo Sacomandi, apurando todas as circunstâncias que envolveram a morte de Rosana Garcia na madrugada de ontem (16).

Relembre o caso

Rosana estava grávida de 8 meses e passou mal em sua casa, localizada no Núcleo Geisel, por volta das 3h. O marido, o mecânico Geraldo Francisco, 53 anos, teria acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas o socorro só teria chegado uma hora depois.  

Assim como a mãe, o bebê, que seria registrado com o nome de Enzo Gabriel, também não resistiu. O Samu alega que o primeiro chamado para a ocorrência só foi registrado após as 4h e que a equipe teria chegado ao endereço dez minutos depois.

Juliana, filha de Geraldo e enteada de Rosana, rebate a informação. “Não é verdade. Meu pai ficou 20 minutos com uma atendente ao telefone e ninguém fez nada”, reclama. De acordo com ela, a manicure era hipertensa e acordou por volta das 2h para tomar o medicamento de controle da pressão arterial.   

“Ela reclamou de insônia e, às 3h, levantou de novo, dizendo que não estava bem. A gente pensou em levá-la para a maternidade de carro, mas como o Samu é perto de casa, deduzimos que ela seria melhor e mais rapidamente atendida por uma equipe especializada”, justifica.

A distância entre a base do serviço de urgência e a residência da família não passa de 1,5 quilômetro. Mas, como o socorro demorava a chegar, Geraldo resolveu ligar para a Polícia Militar, que foi rapidamente até o local.

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