O bravo e persistente educador da rede pública recebe no final de 30 dias de trabalho mil reais + vale-coxinha e sem qualquer tipo de mordomias (alguns Estados até menos), isto é, 3,5% do magistrado reeducador, para educar, por incrível que pareça, a "maioria" do povo brasileiro, para o bem.
Em contrapartida, o magistrado reeducador, percebe os mesmos mil reais, mas, por dia, + vale-tudo e tudo mais, isto é, 3.000% a mais que o bravo educador, para conseguir reeducar apenas, por incrível que também pareça, a "minoria" daquela "minoria" que fugiu às mãos do educador e caminharam para o mal; outros para a política se tornando maus, ao ponto de saquear até a merenda escolar dos nossos filhos. Para esses, a glória, mesmo sem a reeducação. Para o político corrupto, o "palacete"; para o pobre desonesto, o "cacete".
Fica uma indagação: é mais vantajoso educar ou reeducar? É claro que a segunda alternativa é a mais promissora. Mas quem é que chega lá? O filho do educador? Só por Deus! Amém.
Se triplicar (sonho) o salário do bravo e persistente educador, seus proventos ainda seriam 10% do magistrado reeducador. Como os professores ganham pouco!!!
Luiz Tadeu Machado - aposentado - pouca "educação", mas honesto