Na Entrevista da Semana publicada na edição de ontem do JC, no trecho em que são citadas as trocas da chamada moeda social entre artistas envolvidos nas ações do grupo Enxame Cultural/Fora do Eixo, o articulador político da entidade em Bauru, Artur Faleiros, esclarece que as mesmas são equânimes e não como foi transcrito na matéria. “Elas precisam ser equânimes, mas não precisam ser feitas de antemão. A construção já parte do pré-suposto de processo e a troca é feita a curto, médio e longo prazo, com planejamento e sistematização para garantir a retroalimentação de recursos e estímulos”, esclarece.