Mesmo estando cientes duma convivência social, com indivíduos de mentalidade preconcebida em relação a classe, cor, nacionalidade e posição na sociedade, ainda assim jamais devemos confundir com os que preservam, sem ofensas, as suas próprias convicções, pela moral, pelos bons costumes e sua fé (crença) na somatória dos acontecimentos, que têm envolvido sexualmente os pares homens, ou mesmo mulheres, em que se houve desacordo amoroso, as vias de fato (brigas) ou mesmo homofobia, isto não deve ser motivo para que os demais sofram os abusos reacionários e agressivos (ostensivos) de uma parcela "destes", mesmo como uma associação. Não há razão para demonstração, ostentação e desafio ao público por uma questão sexual diferente dos demais, por escolha, condições, local, sevícias e/ou mesmo por certa natureza pessoal.
A tentativa coerciva, que têm tentado, até por meio dos legisladores de nossa pátria, duma obrigação penal, para que aceitemos o contrário de nossa moral, tendo, pois, todos nós por hipócritas e de pequena mentalidade, igualmente demonstraram bem, essa petulância, os estudantes da USP e ainda outros, que conclamaram para todos a aceitação de seus nocivos vícios, "escrúpulos", e de seus atos liberais.
Uma exposição ao público de uma sexualidade, por qualquer causa, é simplesmente uma bestialidade. Nisto é necessário imaginar e precaver-se, de uma possível reação popular, em forçar a estes um comportamento, com os demais cidadãos, aí o próprio remédio poderá ser até, curativo.
Carlos Roberto dos Santos