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Justiça confirma legalidade de provas obtidas pela PF contra Carlos Cachoeira

Reuters
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Brasília - O Tribunal Regional Federal da 1.ª Região (TRF1) considerou legais as provas obtidas pela operação Monte Carlos, da Polícia Federal (PF), que investiga o envolvimento de Carlinhos Cachoeira com a exploração de jogos ilegais, contrariando um pedido da defesa de Cachoeira que queria a nulidade da investigação.

A decisão contrariou o voto do relator do processo no TRF1, desembargador Tourinho Neto, que havia considerado as provas obtidas pela operação ilegais e concedido habeas corpus para libertação de Cachoeira, que está preso desde fevereiro no presídio da Papuda, em Brasília. Ele continuou detido por conta de um segundo mandato de prisão contra ele.

No dia 12 de junho, Tourinho Neto alegou que a decisão da 11.ª vara de justiça de Goiás, que viabilizou à Polícia a instalação dos grampos telefônicos, não foi “suficientemente fundamentada”.


Delta

A Justiça do Rio de Janeiro aceitou ontem o pedido de recuperação judicial feito pela construtora Delta, que está no epicentro das investigações sobre as relações do empresário Carlinhos Cachoeira com agentes públicos e privados.

Em sua decisão, a juíza Maria da Penha Nobre Mauro, da 5.ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, argumenta que a eventual falência da Delta não interessa “à sociedade como um todo”.

 

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