Cara sra. Flávia, sra. Ana Paula e o sr. Miguel Arcanjo: o DAE, uma autarquia de renome, hoje está sendo bode expiatório da sociedade bauruense. Não podemos generalizar uma matéria da televisão e nem mesmo comparar funcionário público que entra pela porta da frente, que gasta dias estudando para passar no concurso, como foi referido por vocês, onde só entrariam parentes (filhos, maridos e mulheres). Trabalho nessa autarquia há 16 anos, entrei com muito esforço, faço meu trabalho da melhor forma possível, sem fazer diferença entre pobres e ricos, atendendo da melhor forma possível, assim como qualquer outro funcionário que entra através de concurso público.
Eu gostaria, senhor Miguel Arcanjo, que o senhor pudesse provar o que foi escrito aqui na tribuna do dia 19/06/12, porque nós, funcionários concursados, nos sentimos ofendidos com muitas cartas que chegam ao jornal generalizando a situação do DAE, esquecendo que muitos dão o seu suor para estudar e chegar até aqui. Lembrando também que denúncias infundadas e sem provas concretas são caso de polícia. Ou o sr. ou alguém da sua família não teve a capacidade de passar no concurso do DAE?
Eu entrei aqui através da seleção de concurso público do DAE, em 3º lugar, sem conhecer ninguém. Gostaria que os senhores antes de criticar se inteirassem dos assuntos internos, da situação dos servidores do DAE, para depois vir neste jornal com críticas infundáveis. Basta da população baurense apredrejar os funcionários do DAE. Chega!
Marta Rodrigues Jonas - funcionária do DAE