A verdade é que está na moda se considerar "pseudo" corretamente ético, sustentável ou renovável. Enquanto representantes da ONU se reúnem aqui no país do Carnaval, para discutir assuntos que essa minoria considera importante (Rio + 20), os países que estes "intelectuais" estão aqui representando durante as reuniões muitas vezes se deparam com uma população (maioria) em péssimas condições justas de sobreviver em sociedade, uma população que na verdade está lutando muitas vezes pelo básico, pelo justo, pelo simples [...] Inconscientemente lutando pelo "sustentavelmente correto das sociedades, da política" e não o "sustentavelmente correto" que está na moda, na imprensa, imposto pela (minoria) que representam a massa desses países.
Em meu ponto de vista, o meio de informação da massa (mídia) enfatiza mostrar a preocupação desses políticos com o meio ambiente, que na verdade não estão nada preocupados com o meio ambiente em si, nas florestas, espécies de animais, peixes, etc, mas sim em seus próprios umbigos movidos pela ambição (habitat do homo sapiens). Pois a natureza ultimamente está respondendo de forma justa, a péssima condição que os humanos colocaram a mesma, com o passar dos anos e os avanços tecnológicos, como acontecimentos de catástrofes naturais, tsunamis, aquecimento global, efeito estufa, entre outros efeitos que todos nós já conhecemos. A natureza está colocando em risco o suposto "patrimônio material" do homem, a suposta "importante" vida humana, por isso, em meu ponto de vista, de repente vira moda se preocupar com o meio ambiente, fontes alternativas de energia, se preocupar com o irônico e lindo planeta em que todos nós vivemos [...]
Como eu disse, o estranho meio de comunicação citado acima, chamado mídia, se encontra em uma verdadeira turbulência de público. Não consegue agradar a elite nem a massa como um todo, pois enquanto ocorre a Rio + 20 aqui no Brasil, milhões de pessoas estão morrendo de fome no chifre da África, países como Egito, Líbia, Síria (Primavera Árabe) estão em péssimas condições de sobrevivência com seus governos de transições, professores estão lutando por aumento salarial nas universidades brasileiras e a crise na Europa continua afetando os blocos econômicos mundiais.
Então, a mídia passa a não saber o que mostrar em seus telejornais [...] A massa exige a "liberdade de imprensa", a minoria exige a enfatização da preocupação das elites com o resto das classes, o meio ambiente e com o mundo em geral [...] A que ponto chegamos, caros leitores. Infelizmente, a maioria dos supostos "intelectuais" presentes na Rio + 20 não estão preocupados com o que realmente deveriam estar em prol da humanidade, do meio ambiente e do progresso moral, mas sim com a "triste" politicagem [...] Como por exemplo, 0 de imposto para empresas que passarão a investir em fontes alternativas de energia. Francamente, não precisamos de muito para raciocinarmos e percebermos que millhões de trabalhadores comuns (Maioria), jamais conseguirão montar uma empresa muitas vezes, além do mais, uma empresa de fonte alternativa de energia que envolve muito capital se dependessem do modo em que política atua para agradar a minoria.
Enquanto isso, a massa trabalhadora continua pagando seus elevados impostos muitas vezes utilizados pelo poder público dos países de forma corrompida. Reparem nos países não desenvolvidos atuando nesta conferência (Rio + 20), como a África. Continuam enfatizando a necessidade de recursos financeiros e matéria-prima dos demais países desenvolvidos, para acabar com algo mais importante que os "supostos" assuntos discutidos na própria Conferencia, a África quer acabar com uma triste guerra civil, chamada fome [...] Os países desenvolvidos, que mais possuem matéria-prima, são o que mais poluem o planeta, consequentemente. São países que se julgam superiores por estarem à frente de uma conferência como a Rio + 20, pensando no meio ambiente de forma intelectual apenas.
Matheus Puga, 17 anos, estudante, Viver Escola Waldorf de Bauru