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Grupo de cotistas de fundo do banco Cruzeiro do Sul vão à Justiça


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São Paulo - Um grupo de cotistas do fundo BCSul Verax 5 Platinum pretende entrar com ação judicial para impedir a possível liquidação do fundo, de patrimônio estimado em R$ 250 milhões, em assembleia convocada para 30 de julho.

Com a intervenção do Banco Central no banco Cruzeiro do Sul, no dia 4, os cotistas foram surpreendidos com a informação de que seus recursos, em vez de investidos em recebíveis de crédito consignado, foram colocados em debêntures de uma empresa de Luiz Octavio Índio da Costa e seu pai, Luiz Felippe Índio da Costa, a Patrimonial Maragato. O fundo Equity, de patrimônio de cerca de R$ 200 milhões, também tinha os recursos em debêntures da empresa.

Os cotistas dizem que pediram a assembleia para esclarecer a situação do fundo e receberam um comunicado de convocação em que estavam incluídas na pauta a destituição ou substituição do administrador e a liquidação antecipada do fundo.

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