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Claro entrega um plano de ação; Oi e TIM destacam investimentos

Folhapress
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São Paulo - O presidente da Claro, Carlos Zenteno, se reuniu com representantes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no início da tarde de ontem para apresentar e discutir o plano de investimentos da companhia, informou a operadora, em nota.

A apresentação de um projeto de investimentos sólido para melhoria da infraestrutura e atendimento foi uma exigência demandada pela Anatel, em anúncio feito anteontem, a um grupo de operadoras de celular do País, devido ao forte aumento nas reclamações dos consumidores.

Claro, Oi e Tim, pela decisão da agência, ficaram proibidas de vender novas linhas a partir da próxima segunda-feira, até que apresentem soluções para melhoria dos serviços, em um prazo de 30 dias.

Em sua nota, a Claro informa que já possui um plano de investimentos em curso em 2012, de R$ 3,5 bilhões, para ampliação da infraestrutura e da rede de teleatendimento, o que deve atender as exigências da Anatel.

A operadora Oi também emitiu um comunicado ontem, em resposta à decisão da Anatel, reafirmando possuir investimentos já em curso para a melhoria de sua rede e informando que “já está trabalhando na elaboração do plano a ser apresentado para a Anatel com vistas a voltar o mais rápido possível à oferta plena dos seus serviços nos estados afetados”.

A TIM também emitiu comunicado ao mercado, ontem, informando que “irá tomar todas as medidas necessárias para restabelecer o quanto antes a normalidade de suas atividades”.

A empresa qualificou a decisão da Anatel com o “extrema e anti-competitiva” e reforça que vem fazendo investimentos constantes em infraestrutura, na faixa de R$ 3 bilhões ao ano.

 

Metas mensais

Todas as operadoras de telefonia celular no País terão que cumprir metas mensais de aumento na capacidade de suas redes e de atendimento aos consumidores nos call centers. A informação foi prestada ontem pelo superintendente de serviços privados da Anatel, Bruno Ramos.

Conforme o superintendente, as empresas punidas terão que colocar um aviso em todos os pontos-de-venda nos Estados onde foram penalizadas. “Inclusive nos camelôs.”

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