Aceituno Jr. |
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Pedro Luiz Stringasci experimenta o sanduíche bauru |
A missão de entrevistar as pessoas nesta sexta-feira (24) na largada oficial da grande festa “Viva Bauru” foi difícil. Não que tinha pouca gente. Pelo contrário. Estava lotado. O mais difícil era encontrar pessoas que não estivessem com as bocas cheias por conta da Festa do Sanduíche Bauru, que começou pouco antes. Mesmo sem ter o número fechado de lanches vendidos, os organizadores já calculavam que venderam mais este ano do que o primeiro dia de festa em 2011.
O início oficial foi embalado pela Banda Sinfônica de Bauru. Enquanto ouvia a música, o pequeno Pedro Luiz Stringasci degustava o lanche. Questionado se estava gostoso, ele somente balançou a cabeça para cima e para baixo.
Com um positivo com as mãos, Hudson Petenuci, 46 anos, respondeu a mesma pergunta. Quando conseguiu uma folguinha na boca, ele elogiou o caráter solidário da festa. “Acho que é a parte mais importante. É muito legal vir passear, mas é muito melhor vir aqui e ajudar o próximo”, disse o comerciante, que foi acompanhado de sua esposa, Claudia Petenuci, 46 anos.
Solidariedade foi o que realmente se viu ontem. Ou melhor, “showlidariedade”. Foi assim que Renato Zaiden, diretor do Grupo Cidade, classificou a grande festa. “O cotidiano nos impõe muitos desafios. Mas, são esses momentos que nos mostram que vale a pena. É uma somatória de esforços que resulta nessa showlidariedade”.
O presidente da Associação das Entidades de Assistência e Promoção Social (Aeaps), Edemilson Arias Pinotti, também destaca esse caráter de ajuda ao próximo. “Foi realmente surpreendente esta procura pelo lanche no primeiro dia. É algo recorde. Acho que dois fatores são decisivos: a saudade de comer o sanduíche bauru e a vontade de ajudar quem precisa”, complementa.
Tal procura impressionante logo no primeiro dia é, para o prefeito Rodrigo Agostinho, sinal da consolidação do evento. “Isso mostra como a festa cresceu. Hoje, virou a maior festa de aniversário de cidade do Interior. Antes, dava mais jovens. Agora, vemos muitas famílias também. E sabemos que não é só pela tradição. Muitos vêm para ajudar mesmo”.
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