Polícia

Motociclista atingido por carro está na UTI

Da Redação JCNet
| Tempo de leitura: 2 min

O mecânico T.F.M., 22 anos, que teve a traseira da sua moto Honda Titan 125 atingida por um carro, anteontem de madrugada, na avenida Castelo Branco, no bairro Popular Ipiranga, está internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Base (HB) de Bauru.

Ontem, familiares do motociclista procuraram o Jornal da Cidade para contestar algumas informações contidas no boletim de ocorrência registrado pela Polícia Civil. Além de declarar que o carro envolvido na colisão era um Ford Fiesta, eles negam que uma testemunha do acidente tenha agredido o condutor do automóvel.

Conforme divulgado pelo JC, a testemunha, o eletricista C.M.R., 28 anos, contou à Polícia Militar (PM) que T.F.M. trafegava pela avenida no sentido Piratininga-Bauru quando teve a moto atingida pelo Fiesta, que seguia no mesmo sentido. O motociclista, de acordo com familiares, foi arrastado por cerca de 50 metros pelo carro.

Ele ficou gravemente ferido e foi socorrido inconsciente pela viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Pronto-Socorro Central (PSC), de onde foi transferido para a UTI do HB. A mãe do jovem, Celia Cristina Gomes Machado, conta que o filho teve traumatismo craniano e está sendo mantido sedado.

O motorista do carro, o auxiliar administrativo N.C.C.G., de 30 anos, alegou à Polícia Civil que teve a frente cortada pela moto, que teria saído da rua José Santiago e ingressado na avenida. A testemunha nega essa versão e conta que seguia atrás da moto e presenciou quando, após ultrapassar seu carro, o condutor do Fiesta bateu na traseira dela.

O condutor do automóvel também disse à polícia que havia sido agredido pelo eletricista. Ele nega e declara que o auxiliar administrativo teria tentado fugir do local e, para evitar que isso ocorresse, ele quebrou o vidro da janela do carro e o deteve até a chegada da polícia. Segundo a testemunha, em nenhum momento ocorreu a citada agressão.

Como apresentava sinais de embriaguez, N.C.C.G. foi convidado a fazer o teste do bafômetro. Diante da recusa dele, foi solicitada a realização de exame clínico no plantão policial. O caso foi registrado pela Polícia Civil como lesão corporal, lesão corporal culposa na direção de veículo automotor e embriaguez ao volante (Da redação).

Comentários

Comentários