Olimpíadas 2012

Olimpíadas: Cuidado, Mano

Da Redação
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Hoje, às 13h, em Newcastle, o Brasil de Mano Menezes fará seu primeiro duelo eliminatório em busca do inédito ouro olímpico. O adversário das quartas de final nas Olimpíadas de Londres é Honduras, e o favoritismo é todo da equipe liderada por Neymar.

Nos três jogos da fase de grupos, o Brasil conseguiu 100% de aproveitamento com vitórias sobre Egito (3 a 2), Bielorrússia (3 a 1) e Nova Zelândia (3 a 0). Mas o time de Honduras também está invicto na competição: empatou com Marrocos (2 a 2) e Japão (0 a 0) e conseguiu uma surpreendente vitória sobre a Espanha (1 a 0).

Mas hoje o Brasil entra em campo para fugir do retrospecto em quartas de final. Isso porque nos últimos 12 anos, a Seleção foi eliminada cinco vezes nesta fase, incluindo uma nas Olimpíadas e outra diante do adversário de hoje.

Desde 2000 o Brasil foi eliminado de sete competições oficiais. Em cinco delas caindo justamente na fase do jogo de hoje: as quartas de final. Esta já se tornou o “calcanhar de Aquiles” da Seleção. Assim, no século XXI, o Brasil só perdeu duas competições que não foram nas quartas de final: na Copa das Confederações de 2001, e nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, quando caiu diante da Argentina, na semifinal.

A sina brazuca começou justamente nas Olimpíadas, em 2000, em Sydney. A segunda queda, porém, foi contra Honduras, que surpreendentemente tirou o Brasil nas quartas de final da Copa América de 2001.

 

O time

Após poupar alguns titulares contra os neozelandeses, o técnico brasileiro deverá escalar força máxima contra os hondurenhos. A única dúvida é no ataque: Alexandre Pato e Leandro Damião disputam a vaga de centroavante.

Liberado pelo departamento médico, o meia Paulo Henrique Ganso ficará novamente na reserva. Já Marcelo retorna na lateral esquerda - expulso contra a Nova Zelândia, Alex Sandro está suspenso.

 

Sonho?

Apenas na 63ª colocação do ranking da Fifa, Honduras faz o papel de azarão. Mesmo assim, o técnico Luis Fernando Suárez adota discurso otimista.

“Tomara que tenha pressão. Espero que eles estejam muito conscientes do que têm que fazer”, afirma o técnico.


 

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