É preciso urgentemente redimensionar a escala de valores. Que cada cidadão e inclusive os cientistas ambientais, climatológicos, e financistas e também nutricionistas, repensem sobre essas novas leis que os ecologistas estão esperando que sejam aprovadas e entrem em vigência, para salvar o planeta.
No afã de proteger a natureza, salvar o planeta, cuidar das fontes, engendram leis ambientais reservando terras de plantio, mangues de arrozais e outros que tais, por causa do aquecimento global do planeta. E isso é realmente importante.
Mas se essas leis restringirem de tal forma a produção de comida, como aqui no Brasil se não puderem continuar produzindo nessas encostas de montanhas cobertas de cafezais, nesses manguezais do sul, tão férteis na produção do arroz que o mundo todo consome, como se comportará a fome da humanidade?
O que é mais importante, salvar o planeta, a natureza, a longo prazo e assim mesmo com dúvidas sobre a eficiência de tais restrições, como já se manifestaram alguns cientistas especializados, ou salvar a humanidade da fome, o que não padece de dúvida, é uma certeza inconteste se o Brasil por exemplo, grande provedor de comida para boa parte do mundo, ficará reduzido na sua capacidade de produção.
Então vamos reavaliar as propriedades, é melhor salvar o planeta, a longo prazo e duvidosamente ou melhor salvar a humanidade da fome, que é uma certeza a curto prazo?
Isolina Bresolin Vianna