Política

Após decisão do TRE, Ielo divulga plano de governo

Da Redação JCNet
| Tempo de leitura: 2 min

Botucatu - Os candidatos Mário Ielo (PT) e Júnior Colenci (PMDB), respectivamente a prefeito e vice de Botucatu (100 quilômetros de Bauru), apresentaram à imprensa nesta quinta-feira (9) o plano de governo no Espaço Dom Luccio na av. Dom Lucio, 647, no Centro de Botucatu. Nesta semana, o petista conseguiu uma importante vitória no Tribunal Regional Eleitoral (TER) que julgou improcedente a impugnação da candidatura de Ielo, acusado de ter conta rejeitada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

O documento de 47 páginas demonstra de forma detalhada as ações que deverão ser implementadas para uma “Botucatu Para Todos”. São 13 grandes áreas envolvidas: Estrutura de Governo,  Estratégias Administrativas, Participação Popular na Definição das Diretrizes, Educação, Saúde, Organização do Espaço Urbano (que envolve infraestrutura, trânsito e transporte), Habitação,  Desenvolvimento Econômico Sustentável e Geração de Empregos, Meio Ambiente e Saneamento Básico, Assistência Social, Segurança, Esporte e Lazer e Cultura.

Segundo os coordenadores de campanha, o próximo passo será a entrega do Programa de Governo à população botucatuense. Para Ielo, colocar o seu plano de governo à disposição dos botucatuenses é algo crucial para a campanha, afinal é por meio dele que o eleitor poderá comparar as propostas e o comprometimento de cada candidato.

As propostas de governo estão sendo amplamente divulgadas na Internet, principalmente nas Redes Sociais. O candidato possui um espaço de divulgação de seu plano e propostas no Facebook, http://www.facebook.com/ielo13. O candidato mantém ainda um perfil pessoal, http://www.facebook.com/mario.ielo.18, onde Ielo tem se comunicado diretamente com a população botucatuense. Nos próximos dias, o site oficial da campanha será oficialmente lançado.

Na última terça-feira, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) manteve o registro da candidatura do petista e rejeitou o pedido de impugnação que o PPS havia ajuizado na Justiça Eleitoral de Botucatu sob alegação de que Ielo teve contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) por não aplicar o percentual de 25% no ensino.

A Justiça Eleitoral de Botucatu já havia rejeitado a impugnação. Segundo a sentença, a rejeição legislativa de contas públicas, com fundamento na ausência de aplicação do percentual compulsório mínimo determinado pelo texto constitucional em favor do ensino fundamental, não conduz, por si só, ao reconhecimento de uma situação caracterizadora de improbidade administrativa. (Da Redação)

 

Comentários

Comentários