São Paulo - Dentro de dois anos, o Brasil deve passar o México e se transformar no segundo maior mercado de jatos executivos do mundo. O País possui hoje a segunda maior frota da aviação geral - conta que inclui helicópteros e turboélices -, mas a terceira de jatos executivos. São 719 jatos, segundo a Embraer, ou 623 pelas contas da Associação Brasileira da Aviação Geral (Abag).
O México, segundo colocado, tem 764 jatos, mas vem crescendo a um ritmo bem inferior ao do Brasil. Nos últimos três anos, o país acrescentou 38 novos jatos a sua frota.
No Brasil, foram entregues 180 novos jatos no mesmo período, e o País ficou atrás apenas dos EUA, mercado que absorveu 1.025 novos jatos, segundo levantamento feito pela Embraer com dados da consultoria JetNet.
Apesar do crescimento, os mercados brasileiro e mexicano não chegam nem a 10% do mercado americano, que atualmente possui frota de 11.120 jatos.
Para a próxima década, o mercado brasileiro deverá receber 550 novas aeronaves particulares movidas à jato, de diversas marcas e modelos, movimentando US$ 8 bilhões.