No domingo do Dia dos Pais, estive no Distrito de Tibiriçá, na casa dos meus avós. Quando já estava de saída, avistei chamas de fogo em uma casa. Fui até o local conferir e descobri que haviam comunicado o Corpo de Bombeiros, então corri até a base da Polícia Militar para comunicar ao soldado que mora com sua família na própria base e este ir até lá prestar primeiros socorros para no caso de alguém estar ferido, mas ele não estava lá. Não sei dizer se ele estava em seu dia de folga, mas a questão é que ele sempre é ausente, não sai em Tibiriçá para fazer as rondas como deveria. Trocando as palavras, ele não sai de casa.
Outro fato interessante é a questão da ambulância em Tibiriçá. Não há uma ambulância que fique por lá 24h, quanto mais uma base móvel do Samu. A ambulância em Tibiriçá fica no posto de saúde local, com motorista somente de segunda a sexta-feira, no período das 8h às 17h, ou seja, no período noturno, sábado, domingo e feriados, não há quem preste socorro com a ambulância. Não houve vítimas no incêndio, mas a questão é: e se houvesse? E se alguém lá em Tibiriçá precise de atendimento urgente? Terá que esperar por volta de 20 minutos até que chegue socorro vindo de Bauru. Nesse tempo a vítima poderá vir a óbito. Aguardo resposta do Secretário Municipal de Saúde Fernando Monti.
Tales Eduardo Xavier de Freitas - Estudante e Presidente do Grêmio Estudantil da ETEC- Rodrigues de Abreu